1.1 - A SOCIEDADE E A DOUTRINA DE CRISTO



            Não havendo mais dúvida, creio eu, quanto ao que vem a ser luz e trevas, passamos a discutir alguns detalhes relacionados com o comportamento da sociedade, da qual somos integrantes, e a Doutrina de Cristo.

            Inicialmente, é bom que reconheçamos as condições encontradas por Cristo, quando de sua manifestação ao mundo, no que diz respeito, principalmente, ao nosso procedimento.  O mundo estava em trevas, não havia luz, andavam como cegos, não sabiam para onde iam nem de onde vinham, não conheciam a verdade e assim por diante.   Ele, somente Ele, era a luz perfeita, a direção exata, o caminho certo.

            Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida (João 8:12)”.

            Mostrava Jesus uma separação entre o que se tinha na terra (trevas) e o que estava chegando de novo para ela (luz). O que havia era injustiça, e a novidade: JUSTIÇA de Deus, ou seja: sua Doutrina, sua palavra, sua opinião, mistério que até então permanecia escondido da mente humana.  Cristo foi quem o revelou.

            Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, Eu deste mundo não sou.    

            Se não crerdes que Eu sou (lá de cima) morrereis nos vossos pecados (trevas, injustiça) (João 8:23-24)”.

            Até aqui estamos plenamente conscientes de que Jesus, realmente, não encontrou outra cousa senão aquilo que já frisamos; muita confusão em relação ao cumprimento da Lei de Deus: “muitos santos”, “muitos filhos de Deus”, “muitos doutores”, “muitos sábios” a seus próprios olhos e um povo oprimido em conseqüência daquela situação.

            De antemão, é bom frisar que nosso relato tem como fundamento a Bíblia Sagrada.  É nela que buscamos toda inspiração.  Assim sendo, não irão nos entender aqueles que se mantém duvidosos quanto à veracidade dos fatos ali narrados e não aceitam sua condição de livro inspirado por Deus.   Se estamos afirmando ser aquela, a condição encontrada por Jesus, é exatamente, porque Ele deixou transparecer, através de suas declarações, as quais foram, posteriormente, confirmadas pelos que as ouviram.

            Por outro lado, se buscamos naquele manifesto a base para exprimir nossa reflexão, é, sem dúvida, em face de aceitarmos, como verdade incondicional, as narrativas neotestamentárias.

            Apresentamos este preâmbulo, com a finalidade de chamar sua atenção para o fato da Doutrina de Cristo ser a Palavra de Deus, trazida ao mundo por Cristo, como luz, como solução, como última alternativa para um povo cujo destino está delineado e definido.  Nós estaremos irremediavelmente perdidos se não aceitarmos a opinião de Jesus Cristo.

 

            Não havendo mais dúvida, creio eu, quanto ao que vem a ser luz e trevas, passamos a discutir alguns detalhes relacionados com o comportamento da sociedade, da qual somos integrantes, e a Doutrina de Cristo.

            Inicialmente, é bom que reconheçamos as condições encontradas por Cristo, quando de sua manifestação ao mundo, no que diz respeito, principalmente, ao nosso procedimento.  O mundo estava em trevas, não havia luz, andavam como cegos, não sabiam para onde iam nem de onde vinham, não conheciam a verdade e assim por diante.   Ele, somente Ele, era a luz perfeita, a direção exata, o caminho certo.

            Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida (João 8:12)”.

            Mostrava Jesus uma separação entre o que se tinha na terra (trevas) e o que estava chegando de novo para ela (luz). O que havia era injustiça, e a novidade: JUSTIÇA de Deus, ou seja: sua Doutrina, sua palavra, sua opinião, mistério que até então permanecia escondido da mente humana.  Cristo foi quem o revelou.

            Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, Eu deste mundo não sou.    

            Se não crerdes que Eu sou (lá de cima) morrereis nos vossos pecados (trevas, injustiça) (João 8:23-24)”.

            Até aqui estamos plenamente conscientes de que Jesus, realmente, não encontrou outra cousa senão aquilo que já frisamos; muita confusão em relação ao cumprimento da Lei de Deus: “muitos santos”, “muitos filhos de Deus”, “muitos doutores”, “muitos sábios” a seus próprios olhos e um povo oprimido em conseqüência daquela situação.

            De antemão, é bom frisar que nosso relato tem como fundamento a Bíblia Sagrada.  É nela que buscamos toda inspiração.  Assim sendo, não irão nos entender aqueles que se mantém duvidosos quanto à veracidade dos fatos ali narrados e não aceitam sua condição de livro inspirado por Deus.   Se estamos afirmando ser aquela, a condição encontrada por Jesus, é exatamente, porque Ele deixou transparecer, através de suas declarações, as quais foram, posteriormente, confirmadas pelos que as ouviram.

            Por outro lado, se buscamos naquele manifesto a base para exprimir nossa reflexão, é, sem dúvida, em face de aceitarmos, como verdade incondicional, as narrativas neotestamentárias.

            Apresentamos este preâmbulo, com a finalidade de chamar sua atenção para o fato da Doutrina de Cristo ser a Palavra de Deus, trazida ao mundo por Cristo, como luz, como solução, como última alternativa para um povo cujo destino está delineado e definido.  Nós estaremos irremediavelmente perdidos se não aceitarmos a opinião de Jesus Cristo.

 

 

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