2.2 - IGREJA- POVO HERDEIRO DO

REINO DE DEUS

“...se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” Mat 5:20
Depois do muito que falamos a respeito da mulher, embora conscientes não termos esgotado todo o assunto, o que também não é o objetivo deste trabalho, acreditamos com isto ter apenas provocado uma autocrítica, porém, não com o objetivo de apontar os defeitos da mulher contemporânea e sim visando, no conjunto, o procedimento da humanidade em relação ao Evangelho de Cristo.
Se não escondermos a realidade, a conclusão será uma só: o caminho que esta geração tem escolhido, não agrada ao Pai e o motivo é por não estar conforme a Doutrina do Filho. E, se isto ocorre, é evidente que a luz está se apagando, que a opinião de Jesus não sensibiliza mais os homens, que a Doutrina de Cristo não consegue mais convencer; que os homens, deliberadamente, rebelaram-se contra Deus. (APOSTASIA)
Da mulher, companheira e ajudadora do homem na construção do lar, passamos à mulher, amada do Senhor, sua testemunha viva na edificação e formação corpo de Cristo, a desposada do Cordeiro de Deus, sua eleita, separada para ele, com quem unir-se-á em casamento na sua vinda.
No inicio desde capítulo, abrimos um espaço e fizemos referência à lei e à nova aliança, onde pudemos perceber a necessidade de um namoro entre Cristo e o povo, donde sairá sua noiva.
Com o entendimento de ser a Igreja a pessoa da noiva de Cristo, é fácil compreender que nem mesmo nós, gostaríamos de obrigar uma jovem a ser nossa companheira e muito menos ela se sentiria bem com a imposição de viver, para sempre, ao lado de quem não ama, na casa daquele que não lhe dá nenhum prazer.
Quem não fizer livremente a vontade de Deus, como Jesus diz, não fará parte de sua casa.
A figura que Deus usou para representar a Igreja, encaixou perfeitamente na pessoa da mulher. Se existe uma cousa que não funciona, é obrigar uma mulher a ser fiel. Ela o é quando ama, verdadeiramente, seu marido. Deus quer assim, também com relação à sua esposa. Aquela capaz de amá-lo, de compreendê-lo, de suportá-lo, de segui-lo por onde quer que ele ande. Aquela, cuja alegria e cujo prazer somente a ele estão reservados. Aquela capaz de ouvir a sua voz, de estar atenta a seus ensinamentos e não dá ouvido a estranhos. Aquela que prazerosamente cuida de seus filhos, que preocupa com sua alimentação, com suas vestes, com quem eles andam, enfim, está atenta a tudo à ela relacionado, em nada, ultrapassando a autoridade que lhe compete, reservando sempre, ao esposo, a atribuição do governo.
“Porque, como a jovem esposa a donzela, assim teus filhos te esposarão a ti, como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus.” Isaias 62:5
A noiva, a esposa do Cordeiro, será composta pelos filhos de Deus. É uma promessa, uma profecia e como tal terá seu cumprimento.
Este foi o desejo do Pai ao Filho: Teus filhos te esposarão a ti. É um direito que ele adquiriu cumprindo a lei.
Nós nos tornaremos filhos, e conseqüentemente, povo herdeiro do reino de Deus, bastando para isto, que a nossa atitude em relação à lei de Deus, venha exceder, em muito, a dos escribas e fariseus. Mateus 5:20.

 

 

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