PREFÁCIO - INTRODUÇÃO

NISTO SABEMOS QUE ESTAMOS NELE

 

 

 

 

PREFÁCIO   -    INTRODUÇÃO

 

            Alguns versículos nas Escrituras Sagradas têm chamado muito nossa atenção, principalmente agora, depois que tivemos a oportunidade de conhecer diversos aspectos que norteiam a vida evangélica de um modo geral.

            Apesar desta experiência ainda não representar base suficiente, para convencer a poderosa estrutura religiosa existente, acreditamos, ser uma questão de dever, manifestar o nosso entendimento em torno deste assunto, mesmo que, em nada, sejamos considerados.

            Está saltando aos olhos de qualquer ser humano em toda face da terra, o estranho comportamento do homem desta geração.   Insensibilidade e violência são os fatores de maior crescimento nos últimos anos.  Ainda assim, insistem as autoridades que exercem governo sobre nós, em permanecerem no mesmo caminho errado de sempre, e na contumaz esperança de solução, apesar dos números estatísticos apontarem, visivelmente, para o caos.

            Não nos é estranha a atitude dessas autoridades, pois que, nada têm elas a ver com a responsabilidade relativa ao Evangelho de Cristo.  Por outro lado, o que nos tem causado muita dificuldade em entender é o procedimento de determinados seguimentos, tidos e havidos por testemunhas de Cristo.

            Em face do anseio que sentimos, queremos, com a graça de Deus, tornar do conhecimento de mais algumas pessoas, queira Deus, o nosso ponto de vista.

            Não é um trabalho para impor doutrina, nem queremos incitar ninguém à rebeldia.  Visamos você, que sabe tanto quanto nós, a analisarmos juntos, alguns aspectos trazidos à luz, por Deus, a nós.

            O título, por si só, representa bem a nossa preocupação.  É tempo de saber quem realmente está NELE; é tempo de definição; a seara nunca esteve tão madura.

            Se entendermos que não estamos NELE, sejamos honestos e nos convertamos a Ele.  O tempo é este: Agora.

            O julgamento é este: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más (João 3:19)”.

            Todavia, ninguém deve aceitar a Doutrina de Cristo, por imposição, como também, deve-se evitar qualquer espécie de pressão, no intuito de fazê-lo permanecer em Cristo.

            A liberdade de opção, o livre arbítrio e o direito de escolher seu próprio caminho devem ser respeitados integralmente.

            A título apenas de esclarecimento, estamos dirigindo a você.

            "Autorizamos o uso dos artigos desta edição, desde que citada a fonte".

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