Esperamos, persistindo com este assunto, fazer com que o amigo
leitor perceba a importância que existe em saber quem é o Senhor.
Hoje, analisando um pouco mais, vamos observar dois trechos importantes das
Escrituras Sagradas.
O primeiro quando Jesus fez a seguinte indagação: “E
porque me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos digo?”
(Lucas 6:46).O outro quando Ele afirma: “Nem todo o que
diz: Senhor, Senhor entrará no Reino dos Céus, mas aquele que
faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão
naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? E em teu nome
não fizemos muitos milagres?” (Mateus 7:21,22).
Por acaso não se percebe claramente que muitos estarão diante
dEle, do Senhor, a quem teríamos que agradar, numa situação
constrangedora, querendo entrar no Reino dos Céus e tendo que dizer:”
Senhor, Senhor! Nós fizemos tantas coisas em teu nome (Jesus) e, infelizmente,
não percebemos, na verdade, quem era o Senhor, pois se assim fosse, teríamos
sido bem mais prudentes, edificando as nossas vidas sobre a tua palavra e, assim,
não estaríamos, neste momento, impedidos de entrar no teu reino,
Pai”.
Observem a preocupação que Ele tinha em fazer a vontade de Deus,
o qual Ele dizia ser seu Pai, inclusive afirmando que teriam acesso ao Reino
dos Céus somente quem assim procedesse. Isto, nos leva concluir, que
realmente não basta chamá-lo de Senhor, mas colocar em prática
seus mandamentos, fazendo assim a sua vontade, que é a Vontade de Deus.
Ora se Ele conseguiu agradar a Deus, provando isto pela vitória alcançada
sobre a morte, ressuscitando e permanecendo vivo, é evidente que, andando
pelo mesmo caminho, também chegaremos lá. Isto sim seria agradar
a Deus, fazer a sua vontade e realizar sua obra.
Quando alguém lhe perguntou que faremos para executar a obra de Deus,
Ele respondeu: “A obra de Deus é está: que creiais
naquele que Ele enviou” (João 6:29).
Dessa forma, e somente assim, nos tornaremos filhos de Deus e seus legítimos
herdeiros como está escrito: “Pois todos sois filhos de
Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26).
Ora, então quem está em mim é o Espírito do Filho
de Deus, revelando para mim quem é meu Pai, meu, Deus, meu Senhor, não
é mesmo? Agora vejam! Se a Escritura afirma que Deus não habita
em casa construída por mãos de homens, mas sim em mim, eu é
que sou sua casa, logo o Espírito do Filho e o Espírito do Pai
são um mesmo espírito, o Espírito de Deus. Assim, logicamente,
quem não tem o Filho também não tem o Pai: “Eu
e o pai somos um, disse Jesus” (João 10:30).
INFORMATIVO VEREDA: Ano 01 - número 06 - Goiânia, dezembro de 2000.
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