COMENTÁRIOS FINAIS

 

Chegamos ao fim de mais um encontro. Vamos fazer algumas observações para sedimentar o que Deus quis dizer conosco estes dias. Se você tem alguma dúvida sobre o que foi falado, o momento para tirá-la é agora. Gostaria que os irmãos pudessem cooperar porque é muito difícil chegarmos todos ao mesmo entendimento. Há pessoas que assistem à reunião de manhã e vão embora, retornando apenas durante a reunião noturna. A platéia não é homogênea, e isso acaba prejudicando o aproveitamento. Por isso eu digo que a sua colaboração é muito importante. Um comentário que você fizer pode ser a dúvida de alguém. Quem sabe não vai ser agora, neste exato momento que Deus vai falar alguma coisa com você ou com alguém aqui presente?

- Paes, vamos começar por você.

- Amém! Eu acordei bem cedo e fiquei meditando a respeito da liberdade que nos foi dada, pois existe o perigo de o inimigo voltar a tirá-la. Como o irmão de Fortaleza falou, nos foi dada a carta de alforria. Então, eu vou saindo daqui com esse propósito de não voltar a ser escravo. O que eu tinha a dizer não era exatamente uma pergunta, mas apenas fazer essa observação. Eu me lembro da primeira oportunidade em que o irmão Rossini foi a Araguaína, na casa do Toninho. Quando eu cheguei estavam reunidos o Toninho, a Jaqueline, o irmão Rossini e mais algumas pessoas. Eu fui lá para consertar uma porta. Dei bom dia e fui fazer o meu trabalho. Então, o irmão Rossini disse que fui àquele lugar não para consertar a porta, mas sim para ouvir o Evangelho. Foi isso! No mais, eu quero que Deus capacite a mim e a Edilza, para que, juntos, cuidemos melhor da igreja. (Ir. Paes – aplausos - Ed.)

- Amém, Paes! Só um minutinho. Então, qual a preocupação dele?

- Pelo que eu entendi, ele tem a preocupação de não ser preso novamente, de estar sempre livre para servir a Deus. Não é, Paes? (Ir. Júnior – Ed.)

- Procede?

- Com certeza! Os sonhos e as visões confirmam. Certamente, a igreja chegou presa, acorrentada, com muita dificuldade para louvar, para ouvir a palavra. Isso é importante porque não tem como a igreja servir a Deus presa. (Ir. Júnior – Ed.)

- Amém! Passe o microfone para o Everardo. Qual é a mensagem? Nós estamos querendo que cada um possa reforçar, mudar ou perguntar o que foi falado.

- Certo! Eu entendi que Jesus foi o exemplo de pessoa que não estava preso a nada, e nós também não podemos permitir que sentimentos, ciúmes, invejas, contendas, discórdias, mágoas, seja o que for, nos aprisione. Isso ficou guardado no meu coração. Com certeza, vai facilitar o nosso trabalho, a obra que acreditamos ter a fazer. Então, tudo isso são formas que o inimigo usa para nos tornar novamente escravos, e precisamos aprender a resistí-las. Se Deus está em nós, somos capazes. Agora de manhã eu estava conversando com os irmãos de Araguaína, dizendo como os espíritos vêm, através de uma simples conversa. Portanto, temos que aprender a discernir, só existem duas possibilidades: ou é ou não é de Deus. Se não for de Deus, temos que ter uma palavra de Deus para combater aquilo. Amém!

- Amém! Vamos ouvir agora o irmão Célio.

- Eu estava lendo em Mateus 17, a respeito da transfiguração, quando Pedro chega para Jesus e diz: “Senhor, esse lugar é bom demais, deixa-me fazer uma tenda para Ti, para Elias, e para Moisés”. Eu me sinto assim. Esse lugar onde estou é bom demais. Gostaria de ficar aqui e continuar ouvindo tudo aquilo que Deus tem falado ao meu coração. Especificamente o que Deus tem feito na minha vida, entendi que eu estava preso, realmente. A segunda verdade é que eu me considero um desses gravetos que o Senhor teve a misericórdia de jogar nessa árvore. O que me deixou fascinado foi essa maravilha que passou a ser meu irmão: Jesus! Que Ele desceu para ser homem, para assumir a natureza de homem, para assumir a minha natureza pecaminosa e me tornou, por fé, filho Deus. E Ele voltou para lá e disse: “Agora é com você”. Para resumir, aprendi que preciso ser esse novo homem. Trinta anos de denominação não me levaram a nada. Eu tenho que entender que, a cada dia que passa, Deus tem que reinar na minha vida. É essa a lição que eu estou levando para a minha vida, para Fortaleza. E eu não estou preocupado, não, com o que vai acontecer, porque eu sou filho de Deus. (Ir. Célio – aplausos – Ed.)

- Amém! Vamos ouvir outro irmão, o Marcos, de Brasília. O ano passado nós não tínhamos ninguém de lá, este ano já temos.

- Amém, irmãos! Para nós de Brasília, foi possível entender muita coisa. Mas eu queria dizer a todos como foi o nosso começo. Eu estava na minha loja, lá na Ceilândia, quando o irmão José Alves chegou e foi logo conversando com a minha esposa. Acredito que como todos vocês, já fomos a outros lugares querendo ouvir o que ouvimos aqui nestes três dias. Só que até então, todas as vezes que chegávamos nesse lugar, queríamos ouvir algo de Deus, só que, rapidamente, víamos coisas que não eram de Deus, mas sim impostas pelo homem. Quando ele começou a falar, larguei todo o serviço, pois eu tinha vários carros na loja para concluir, falei: “Não! Você não vai embora enquanto não me explicar isso direito”. E começamos a conversar a partir de Gênesis. Até então, como muitas pessoas, eu pensava que Eva tinha comido uma maçã e morrido. Ele me ensinou que ela havia se alimentado de um espírito mau, que árvore significava espírito. Daquele dia em diante minha vida mudou. É sempre bom contar com alguém que já está a mais tempo nessa caminhada para nos orientar. Fui convidado para a primeira reunião, e, daí para frente, só foi Deus operando. Achei maravilhoso ter conhecido todos vocês, apesar de não ter tido tempo, aliás, tempo até tivemos, mas o cansaço não deixou que eu conhecesse um por um. Eu quero agradecer a todos vocês por terem nos recebido e espero poder receber a todos também lá em Brasília, na minha casa, onde quer que seja, para nos reunirmos, para fazer o que foi feito aqui, falar sobre Deus e dar continuidade a esse trabalho. Com certeza, têm muitas pessoas que ainda hoje pensam como eu pensava, que a Eva comeu a maçã e por isso deu problema... Sendo que, na realidade, foi outra coisa. E o que eu tenho a dizer sobre o que foi dito aqui, é como o irmão falou, eu achei isso um espetáculo, uma maravilha: Jesus Cristo é nosso irmão, e ao mesmo tempo é nosso pai, e habita em nós. Não é? E é isso aí. Acho que se eu fosse falar tudo o que eu tenho para dizer, eu iria ficar o dia inteiro aqui. (Ir. Marcos – aplausos – Ed.)

- Amém! Agora vamos chamar uma senhora, a Marta de Pires do Rio.

- Amém. Nós estamos maravilhados pelo que Deus está fazendo aqui conosco. E, aproveitando a oportunidade, certamente Deus queria que falássemos, porque não podemos guardar aquilo que Deus nos tem dado. Como os irmãos têm falado, nós temos passado essas maravilhas aqui e quantas pessoas não vão embora para as suas casas aliviadas? Ontem à tarde, o Senhor falou com a igreja assim: “Eu vos dei armas, pois vós estais preparados; eu vos dei autoridade para combater o inimigo que anda ao vosso redor. E vós estais preparados, e depende de cada um de vós. Depende de cada um porque Eu dei para vós as armas, armas necessárias para combater o inimigo que vive ao vosso redor para roubar tudo aquilo que Eu tenho dado a vós. Guarda, porque o inimigo é muito astuto”. Precisamos vigiar o tempo todo, é precioso demais o que Deus tem falado conosco. Basta-nos crer, e, se nós crermos, Ele vai fazer tudo em nós. Amém, graças a Deus! (Ir. Marta – aplausos – Ed.)

- Amém. Godoy, agora você.

- Amém. Para mim, esses dias que passamos juntos, foram, realmente, muito bons, porque vemos o concretizar de muitas coisas ditas a respeito dessa igreja. Uma das coisas que a gente mais espera é que isso aconteça em todas as partes, como aconteceu com os irmãos de Brasília. Esperamos que aconteça não apenas lá, mas que isso se espalhe por todo mundo. Aí, eu estava me perguntando: “Por que isso não aconteceu há mais tempo?” Entendi que Deus está nos preparando para isso, para levar esse Evangelho, como o Marcos falou. É por isso que existe uma resistência muito grande. Tentamos fazer alguma coisa e o inimigo se levanta contra nós. Talvez, lá no começo, não imaginávamos que seria desse jeito, mas, graças a Deus, temos aprendido muito, e não tem como você aprender com a experiência de outro irmão, vai chegar a sua hora, a hora de você aprender. Às vezes, ficamos com medo das pessoas virem aqui para ver o que temos. Mas, o que nós vamos mostrar para as pessoas? É só o que temos: Deus. Com simplicidade, como temos feito, sem inventar, sem fazer pompa, mas mostrar Deus. Vibrei demais com o sonho da Adriana e é isso que nos faz animar, continuar lutando, ver pessoas vindo aqui na frente e dar testemunhos. Isso não tem preço para nós! Então é isso. Amém. (Ir. Godoy – aplausos - Ed.)

- Amém. Então, como o Godoy falou, é a simplicidade. Ficou faltando Pires do Rio...

- Não tem nada mais para comentar, acho que cada um guardou muito do que foi falado. Nada melhor do que o testemunho do irmão de Fortaleza, de Brasília, tudo isso é para a glória de Deus. Os sonhos, as visões, tudo é Deus confirmando que o que foi falado aqui é verdade. O que vai nos salvar dessas algemas, desses laços, para que sejamos salvos da corrupção do mundo é o entendimento. É esse entendimento que vai nos livrar das mãos dos nossos inimigos. Senão, como eu vou me tornar um novo homem, uma nova criatura, se eu não entender? Eu falo para vocês, se eu estou nesse encontro, é porque Deus me trouxe aqui, é como se Ele dissesse: “Eu faço questão de que você esteja ali naquele encontro”. E é verdade, eu estou realmente assim contente, satisfeito, porque... (Choro – Ed). Quero só pedir aos irmãos que perdoem os meus pecados. Às vezes, eu brinco assim, mas é sem malícia, sem maldade. Perdoem as minhas falhas, meus erros, porque a minha vontade é realmente também ser uma pessoa equilibrada, justa, que tenha domínio sobre o pecado. Saiba que eu também passo pelas mesmas aflições, sou companheiro dos irmãos nas aflições de Cristo. E o meu desejo também é vencer o pecado, para que um dia Deus tenha prazer em mim. Em nome de Jesus, Deus abençoe a todos. (Ir. Silvano – aplausos – Ed.)

- A Juliana tem algo a dizer. O pessoal esqueceu alguns sapatos nos alojamentos.

- Foi um sonho que eu tive na noite retrasada. Ao vir limpar a cooperativa, observei que nos quartos havia muitos sapatos em cima da cama, no corredor, no chão. Pedi ao Hermógenes para me ajudar a juntar todos eles porque sozinha eu não era capaz. (Ir. Juliana – Ed.)

- Então, o pessoal, por favor, quando sair dos alojamentos, não esquecer os sapatos. Certo, Virgínia? O que Deus quis dizer com isso? Para não esquecermos a palavra que foi ouvida nesses dias, é ela quem vai calçar os nossos pés. Vamos ouvir agora alguém de Paraíso.

- Para nós foi muito importante a palavra porque eu tenho certeza de que Deus nos libertou nesse encontro. A palavra dEle achou lugar em nossos corações. Então, irmãos, o mais importante é isso: não deixar essa palavra. É preciso ter o maior cuidado, como o Paes falou, já que o inimigo vai fazer de tudo para tirá-la de nós. Até o sonho já está alertando toda igreja. Às vezes, pensamos que estamos livres, mas quando ouvimos a palavra de Deus, observamos que muita coisa ainda nos segura, nos prende nesse mundo, fazendo separação entre nós e Deus. Estou saindo daqui convicto disso, vou lutar para ser um filho de Deus com todas as minhas forças, com todo o meu entendimento, apesar de ser pouco ainda, mas eu creio que Deus vai acrescentar, suprir aquilo que for necessário, me ajudar porque Ele está comigo, maior é o que está em mim. Amém. (Ir. Ademar – aplausos – Ed.)

- Amém! Muito bem, Paraíso. Graças a Deus por mais uma cidade. O Wilmar está ali para representar Mineiros. Venha aqui.

- Amém! O último encontro que nós tivemos em Palmas, em novembro, me fez crescer muito. A mensagem foi a respeito de ajuntarmos um tesouro no céu. Eu tinha uma dificuldade muito grande na minha vida, com relação à palavra de Deus, porque eu sempre via assim: se tinha uma pregação que o irmão Rossini tinha falado, ou o José Alves ou o Sirlei, eu achava que não havia nada mais para se falar em cima daquilo ali. Então, eu era preso, para você ver onde o inimigo prende a gente. Eu não imaginava que poderia cavar mais além daquilo que já tinha sido falado, e ficava folheando a Bíblia e ela já estava ficando pequena para mim. E essa palavra que ouvimos aqui, esses dias, a respeito da liberdade que Deus está nos dando, também me fez crescer. Na verdade, Deus está nos libertando dessas coisas para entendermos que o Seu reino é liberdade. E o inimigo, sabendo disso, faz de tudo para nos impedir. O que mais me chamou a atenção foi isso: a liberdade para servir a Deus, tremendo isso. O reino de Deus que não é uma obrigação, mas liberdade. Amém. (Ir. Wilmar – aplausos - Ed.)

- Amém! Aleluia! Estão vendo? Eu me lembro a primeira vez que o Wilmar esteve aqui, todo acanhado, não sabia nem por onde começar, e hoje, o vemos solto. Jaqueline, quer falar alguma coisa?

- Foi muito importante tudo o que foi falado. Eu queria dizer também que é muito difícil, pois vêm as lutas, as tribulações, e por falta de crescimento, às vezes, não conseguimos superá-las. Deus tem usado muito o trabalho do Toninho para evangelizar, levá-lo de um lugar para o outro, mas para fazer a obra dEle. Eu entendi também que ainda não cresci, sou criança, ninguém pode olhar de cara ruim, fazer maldade, que já ficamos com raiva da pessoa. Se um dia deixarmos esse caminho, sabemos que não há outro que nos leve a Deus. Agradeço muito pela vida do irmão Rossini, tenho muito amor por ele, porque ele tem nos ajudado muito, é Deus falando conosco. Estar na frente desse trabalho não é fácil, porque o diabo quer derrubar a gente. Orem por nós, por favor, precisamos muito de vocês. (Ir Jaqueline – aplausos – Ed.)

Graças a Deus! Eu falo sempre sobre a responsabilidade da igreja aqui, não pode folgar, tem que trabalhar porque eles que estão fora precisam de nós. Vamos ouvir o Sílvio um pouquinho, venha aqui.

- Bem, eu descobri que, como Paulo falou, o amor de Deus nos constrange. Então, você vai descobrindo que Deus nos amou a ponto de vir e dar a vida por nós. E como as reuniões todas sempre têm uma ligação, eu achei interessante o detalhe de você saber usar da liberdade. Vamos mostrar que somos realmente livres quando ultrapassarmos os muros. Como Davi mesmo orou: “Senhor, perdoa os meus pecados que estão ocultos”. Coisas que ele não sabia que tinha, mas estavam lá, bem escondidinhas. Realmente, eu fiquei encantado, eu aprecio demais a reunião, a palavra em si para mim é tremenda, porque a gente não ouve isso por aí. Eu, particularmente, choro quando ouço, têm coisas que acho incrível. Amém! (Ir. Sílvio – aplausos - Ed.)

- Quem vai representar Fazenda Nova? Clésio, por favor.

- Amém, irmãos. O que a gente ouviu durante o período que Deus nos chamou para essa igreja é o seguinte: que aqui é a verdadeira palavra, que em outro lugar não se encontra essa palavra. E, realmente, está comprovado que a palavra é quem muda, é quem transforma. Se deixarmos a palavra encontrar lugar em nosso coração, tudo será mudado. É essa libertação que está sendo feita. Quando chegamos aqui havia uma resistência, uma dificuldade, mas Deus foi mudando, a libertação foi acontecendo. Aconteça o que acontecer, temos que ficar com a palavra, dar crédito à palavra. Deus quer nos levar muito mais além do que já caminhamos. Amém! (Ir. Clésio – aplausos - Ed.)

- Amém! Vamos ver também, rapidinho, o irmão Andrade. Em Paraíso, nós já tivemos três Encontros. Quando será o próximo?

- Sobre a igreja de Paraíso, tenho que agradecer muito ao Ademar que praticamente está à frente, fazendo reuniões quase que todas as noites. O Beto também tem sido uma força para nós, um irmão de verdade, está dando tudo o que pode de si. Em cada lugar tem uma célula, alguém lançando uma semente. Quem sabe, em breve, São Paulo vai ser o próximo lugar. Agradecemos também ao pessoal de Palmas que nos tem dado todo o apoio. Tudo aqui foi muito bom, parece que já sabíamos, mas foi tudo bem diferente. Eu só tenho a agradecer. Amém. (Ir. Andrade – aplausos - Ed.)

- Quem quer o Júnior de Palmas aqui na frente?

- Amém, irmãos. Como todos falaram, acreditamos, concordamos que é o Espírito de Deus mesmo quem está falando conosco. Eu creio que um pouco mais da coragem, ousadia, amor, compreensão e misericórdia dEle veio para todos. Entendi também que eu sou o reino de Deus na terra, é o meu trabalho. Como o irmão Rossini falou, eu não vou sair dizendo por aí: “Cuidado, que eu sou Deus”. Mas eu realmente sou Deus, porque eu sou filho de Deus. Agora eu realmente entendi o que Deus estava preparando para finalmente chegarmos a essa conclusão. Então, se nós cremos dessa forma, que pessoa eu não devo ser? Que tipo de Deus eu sou? Então, eu saio daqui com muita coragem, disposto a colocar a minha vida nas mãos de Deus, a realizar Sua vontade. Deus está cansado de cultos solenes, por isso Ele nos trouxe aqui, para abrir os nossos olhos. Vimos, durante esses dias, muita coisa maravilhosa, sonhos, visões confirmando a palavra, e a igreja realmente creu. Deus realmente está dentro de nós, pois a palavra não está longe. Eu saio daqui convicto, com muita fé mesmo, crendo que Deus está comigo e com vocês. Amém. (Ir. Júnior – aplausos - Ed.)

- Amém. Então podemos encerrar. Faltou alguém? Onde está o Ernani? Vamos ouví-lo.

- Amém. Eu dou graças a Deus por ter participado desse encontro, já que todo mundo que está aqui sabe da dificuldade que é estar aqui. O inimigo, quando você pensa em vir, ele já está armando um jeito para te prender. Eu tive a oportunidade de chegar antes de iniciar o encontro e, já na sexta-feira, os irmãos cantavam na vigília: “Eu nasci para vencer, não vou retroceder...”. Então, quando eu ouvi aquilo ali, tive certeza de que eu nasci para vencer. A maneira, a forma como as coisas vêm acontecendo na minha vida provam isso. Eu sou filho de Deus e um filho dEle é diferente. Eu quero aproveitar essa oportunidade para relatar um fato que aconteceu comigo. Eu estive preso por quatro dias e, quando saí dali, pensei que estivesse livre. Quando falou da liberdade eu relacionei com tudo o que eu passei e, na verdade, não estava livre coisa nenhuma. O gostinho de liberdade veio quando eu tive a oportunidade de fazer s mesmas coisas que me levaram a ser preso e não as fiz... (Choro – Ed)

- Amém! Vocês entenderam, não é? Ele teve oportunidade de fazer as mesmas coisas e não fez, então, ele se sentiu livre.

- Rose, você quer dizer alguma coisa?

- Amém, irmãos. Eu queria falar com vocês o que Deus tem falado no meu coração, com relação aos nossos filhos. O que Deus tem falado para nós é que o reino dEle não é feito apenas de adultos, mas que é responsabilidade de nós, adultos, formar o reino de Deus nas nossas crianças. Essa palavra tem que ser levada para os nossos filhos, não interessa a idade que eles têm. Samuel foi chamado aos doze anos de idade, mas antes disso já tinha contato com Deus. Precisamos nos preocupar com eles e não imaginar que eles nunca terão capacidade para compreender com a idade que eles têm de cinco, seis anos, sete e até mais. O diabo sabe a capacidade que os nossos filhos tem de entender a mensagem que lhes falamos. Inclusive, lá em Palmas, Deus falou que a evangelização das crianças deve ser feita da mesma maneira que dos adultos. Que essa palavra que nós somos deuses seja também falada para os nossos filhos. Porque eles não são nossos filhos, mas são nossos irmãos e irmãos de Jesus. (Ir. Rose – Ed.)

Amém, então, vamos encerrar cantando aquela música do irmão Célio que marcou o encontro. Já estamos bastante atrasados e muitos irmãos retornarão ainda hoje para suas cidades. Enquanto isso você ora agradecendo a Deus por sua libertação, se é que você creu nessa palavra.

Não vou desistir de caminhar, ao lado do Senhor
Não importa se estou, em meio ao deserto, perto estás, Senhor
Não vou, me calar, quero expressar o meu amor por Ti, Jesus
Pois nasci para vencer, não vou retroceder
Porque, Senhor, Tu estás comigo
Tua graça me conforta, Teu amor me renova
Porque, Senhor, nasci para vencer...