Free songs

9 – O PAPEL DO HOMEM E DA MULHER NO CASAMENTO E COMO IGREJA

9 – O PAPEL DO HOMEM E DA MULHER NO CASAMENTO E COMO IGREJA

 

Vamos colocar uma situação para vocês discutirem. A vigília já acabou, porque não atingiu o objetivo. Então vamos esperar que a reunião de casais também não acabe. Se uma reunião de casais tornar uma reunião igual às outras, então, ela deixa de ser reunião de casais. Nós já temos reuniões normais. Se for mais uma reunião para ficarmos pregando, ela deixa de ser reunião de casais; passa a ser uma reunião comum, normal.  A reunião de casais precisa realmente ter um jeito de reunião de casais. Que jeito que era para ser a reunião de casais Adriana? Você lembra?

[Adriana] Participativa. Todo mundo… Quem tem mais experiência contando suas experiências, aquele que tem duvida perguntando. Tem sempre um assunto. O Senhor sempre traz um assunto. E esse assunto vamos discutindo e no final, sempre chegamos  a uma conclusão à luz do evangelho. Então, assim, às vezes expomos  uma opinião e no final, concluí-se que não era aquilo, ou então, chega-se  a conclusão que era aquilo mesmo.

Quer dizer, que sabemos como é que se realiza a reunião de casais. Ela precisa ser participativa,  precisa ter esse cunho de comunicação. Como a Adriana falou. Nós vamos lançar um assunto. Aí vocês vão pensar e falar da forma como vocês vêem. Nem sempre aquilo que pensamos é de acordo com o Evangelho. Mas alguma coisa pode estar de acordo. O que não estiver de acordo, vamos discutir. Por isso é que ela é feita assim em roda. As pessoas daí, conversam com as pessoas daqui.  Porque, às vezes, a idéia do Omilde não vai ser aceita.

Aí, vocês vão explicar porque que vocês não aceitam. Cada pessoa tem o direito de defesa, tem o direito de opinar. Não pode sentar todo mundo e nós ficarmos pregando aqui. Porque senão deixa de ser reunião de casais e passa a ser reunião igual às outras. E  perde a finalidade. E pelo fato de perder a finalidade é que ela vai esfriando. O povo cansa. Não é todo mundo que quer nos ouvir. Às vezes, vocês acham bom. Tem gente que vem a vigília e acha bom. Mas, muitas pessoas já sabem que vai ser daquele jeito e nem vem: “ vamos lá e ele vai ficar uma hora falando”. Tem pessoas que gostam, que acham bom. Mas muitas pessoas não gostam,  eu já ouvi isso.  Têm aquelas que não gostam de nada. Mas, às vezes, elas acertam e ajuda a entendermos que não está surtindo o efeito desejado.

Se a reunião de casais não tiver esse efeito, então,  vamos deixar de fazê-la. Vamos ficar com as reuniões de quarta, sábado, domingo de manhã e domingo à noite. Quatro reuniões por semana. Aí sobra espaço para fazermos outras coisas: jogar bola, assistir filme, ir ao shopping, fazer compras, conhecer os novos supermercados que estão sendo inaugurados. Que mais? Olha para você ver a quantidade de gente que veio na reunião de casais. Vai diminuindo cada vez mais. Hoje no horário da reunião mesmo não tinha praticamente ninguém.

Mas vamos lá, não estou reclamando não. Só estou mostrando para vocês a realidade. Vamos ver como vai ser esta reunião de casais e se ela vai ser participativa, se ela vai ter sentido.

A figura que Deus usou para comparar o relacionamento Dele com a Igreja foi o casamento. Porque Deus sempre fala por figura, por parábola. Qual foi a figura que Deus usou para simbolizar a Igreja? A mulher.

Então, Ele usou essa figura para simbolizar a Igreja,  a figura da mulher para mostrar a Igreja. Com isto fica bem claro o seguinte: Ele faria o papel de homem,  ficaria no lugar do homem e a mulher no lugar da Igreja. Formaria  o casal,  formaria a Casa de Deus, que é constituída pelo pai, pela mãe e pelos filhos.

A Igreja representa dois papeis: a mãe e os filhos ao mesmo tempo. Mas daí nós podemos tirar do relacionamento de Deus com a Igreja dois ensinamentos importantes: O primeiro para a relação homem e mulher. O segundo se você quiser entender Cristo e a Igreja. Então, como você procede como Igreja? Aí, serve para mim, para o Omilde, para a Carla e para a Daniele. Quer dizer, serve para homem e para a mulher. Como eu procedo como igreja, nos dois casos que eu falei? Como você procede como igreja? E como você procede, no caso do Omilde, como marido. Quer dizer, ele fica no lugar de quem? De Deus, tendo que fazer do jeito que Deus faz. E a mulher fica no lugar da Igreja tendo que fazer do jeito que Deus quer que ela faça.

Mas aí quando eu estiver falando vocês pensam no que eu falei. Como que vocês entendem o amor? Como que seria o amor? Porque se Deus compara o homem com Ele, o amor Dele seria a mesma coisa do amor nosso. Ele diz assim: “… assim também devem os maridos amar as suas mulheres… (Efésios 5)” Assim que jeito? Como Ele ama a igreja. Você sabe como que você ama a sua esposa ou o seu marido? Às vezes, não sabemos nem o que é amar. Mas daqui será que nós não tiramos o ensinamento? Vou perguntar aqui para o Paulinho primeiro que é  homem, o Valdemir. Você sabe como é que ama a sua esposa, Paulinho?  Por exemplo: Se o Paulinho souber poderá estar ensinando o Lucas que está começando a vida dele, e teria a oportunidade de aprender aqui.

Aqui diz assim: “… vós maridos amai vossas mulheres, como também, Cristo amou a Igreja. E a si mesmo se entregou por ela, a fim de a santificar, tendo purificado com a lavagem da água pela palavra para apresentar a si mesmo, Igreja gloriosa sem mancha, sem ruga…”.

E a mulher?  Lázara, como você deve amar o seu marido? O Paulinho já entregou. Como a mulher deve amar…

Estou lendo em Efésios capítulo 5 a partir do versículo 22. E as mulheres? Como a mulher deve amar? Nós vamos tirar aí dois ensinamentos; quais? Cada um vai aprender duas coisas. Você vai aprender  amar seu marido e como Igreja vai amar a Deus. E o homem vai aprender como amar sua esposa; e como Igreja como ele vai amar a Deus.

Então terei que começar por aí. Neste texto diz assim: “Grande é esse mistério, mas falo em referência a Cristo e a igreja”. Ele usou a relação de homem e mulher, de casamento, de marido e mulher. Mas pensando em quem? Na Igreja. Isso nós tiramos como ensinamento. Vamos aprender alguma coisa hoje nesse sentindo. Como você amaria a sua esposa hoje?

[Paulinho]  Até hoje, eu acho, que não aprendi ainda como amar a minha esposa. Por isso que Deus me trouxe aqui hoje para, aprender mais, aprender como devo realmente. Com certeza hoje eu vou aprender como devo amar.   Olha, o marido acha que deve estar sempre pensando em tratar a esposa como a parte mais frágil, é isso que temos aprendido. Tendo paciência, respeitando, entendendo certos pontos que acontecem. Então, esse é um dos pontos  que eu vejo que você ama a sua esposa, quando você age dessa maneira.

 

E as esposas? Pergunta para as esposas; para qual esposa você vai perguntar se aceita isso? O que foi que ele falou?

[Regina] Falou que o marido deve tratar a esposa sendo a parte mais frágil, respeitar a esposa, ter paciência.

E você concorda com ele? Se você fosse esposa dele você acharia que estava bom isso?  

[Regina] Eu concordo, mas eu acho que não é só isso.

 

Você não ia gostar? Você não ia ficar satisfeita?

[Regina] Não.

Com isso você não ia ficar satisfeita de jeito nenhum? Você queria mais alguma coisa?

[Regina]  Queria.

Muito bem Regina. Agora outra pessoa. Isso é que é reunião de casais. A reunião de casais precisa ser assim! Quanto mais natural formos, melhor; quanto mais espontâneo, melhor. O que o Paulinho falou Fernanda?

[Fernanda]  Falou que tem que tratar a esposa como a parte mais frágil, ter paciência.

 

O que mais Paulinho? Respeitando.

[Fernanda] E é como a Regina falou, ainda tem mais coisas. Dentro desses vinte cinco anos, você vai ter que falar mais coisas. Viu Paulinho, muito mais.

 

Olha é muito importante falarmos. Fala Maressa, o que foi que ele falou? Você lembra o que ele falou? Certamente você já tem, almeja alguma coisa. A partir de algum momento que a mulher começa a namorar, ela já pensa em adquirir aquilo que ela pretende ter, o sonho da mulher, aquela coisa toda. Isso que o Paulinho falou,  você acha que seria suficiente?

[Maressa] Não!

Você iria amar ele demais da conta?

[Maressa] É muito importante o que ele falou, mas eu acho que não é o suficiente.

[Maressa] Eu não sei falar tudo, mas…

 

Por isso é que precisa ficar assim, de frente, porque a Maressa tem que olhar lá para trás para ver a Sônia. Isso que a Sônia fez é importante. ‘‘Então o que falta’’? Aí a Sônia falaria daqui. ‘‘O que está então faltando?’’ O que vocês acham  que falta?Isso que o Paulinho falou e não foi suficiente?’’

 

[Maressa] Eu acho que a atenção. E como a Luciene estava falando aqui, é a direção, assumir o papel. E no caso também têm outras coisas. Acho que uns agrados de vez em quando. Porque quando está no namoro o que vemos é o homem dando presente, o homem dá toda atenção…

Aonde tiraríamos como exemplo? Se você quiser ser um marido perfeito, você vai espelhar em quem? E se você quiser ser uma mulher perfeita, você vai espelhar em quem? Se você quiser ser uma mulher perfeita você está enrolada. Porque você tem que espelhar na Igreja, e a Igreja tem deixado muita a desejar. Ela, de um modo geral, tem deixado muito a desejar.  Mas se você observar o que a Igreja tem sido hoje, o mesmo que é a mulher de hoje. Pensa bem para você vê no que estamos falando.

Quando Deus usou a figura da mulher e do homem, Ele vem usando isso ao longo do tempo. E você vê: A mulher de hoje é a Igreja de hoje.  Ela é a igreja de hoje.

A mulher hoje é a figura exata da Igreja. Você vê: muita rebeldia, muita vaidade, muita insubmissão. E Deus seria a figura do homem. O homem de hoje é a mesma coisa de Deus? Não. A igreja de modo geral envolve o homem. Mas se você observar o homem de hoje também está tendo uma semelhança com o procedimento de Deus, em relação à mulher, em relação ao casamento; não estou falando em relação ao caráter do homem. O homem, em relação ao casamento, está tendo um procedimento semelhante ao procedimento de Deus em relação à Igreja.  Quem sabe o por quê? Você vê assim os casamentos hoje?

[Paulinho]  Eu tenho percebido isso. Não consegue mais ter essa submissão da igreja. Então, para se conseguir conviver e viver junto, o homem tem deixado a mulher andar em seus próprios caminhos. Fazer e desfazer. 

É exatamente isso que está acontecendo. Hoje quando você vê nos casamentos… Se o homem meter a besta e querer… Como é Paulinho?

[Paulinho]  Fica sem ela.

É isso mesmo que está acontecendo.

A ponto de não precisar do marido. Ela fica independente. Acaba a submissão. Concordo!

Então, essa é a relação. Isso é como o Paulinho falou, é um problema espiritual. Quando Deus compara a Igreja com a mulher, você olha para a Igreja e vê a mulher, você olha para a mulher e vê a Igreja.

O natural explica o espiritual. Deus usa o natural para explicar o espiritual. Então a coisa vai deteriorando. A relação entre o homem e Deus vai caminhando para esse lado. O que vai acontecer? Como nos dias de Noé, oito pessoas na arca, quer dizer: vai ter pouca gente agradando a Deus. No casamento vai acontecer o que? Pode esperar: vai ter  poucas pessoas com o casamento ideal, com o casamento agradável. Isso vemos com base na Igreja.

Nós estamos aqui em uma reunião de casais. Estamos aqui aprendendo não é tanto viver como casal.  Estamos muito mais  preocupados com o nosso papel como Igreja. Então quando eu vejo aqui: “E vós maridos amai vossas mulheres…” Não é porque eu tenho que fazer isso, mas é por causa do meu papel como Igreja. E quando a mulher submete ao marido não é por causa do marido, e sim por causa do papel dela como Igreja. É isso que estamos querendo colocar aqui. Não é para arrumar e ajeitar a nossa vida. Como a Amilce falou ali, cada um tem que carregar a sua cruz: Cada um tem que se virar,  cada um tem que pelejar, cada um sabe o marido que tem, cada um  sabe a mulher que tem, Cada um sabe a luta, a cruz que carrega.

O que eu estou tentando colocar para vocês, é para que tenham uma visão do que significa marido e mulher, Igreja, casa. Como você vai conseguir ser Filho de Deus sendo casado? Como você vai conseguir ser Filho de Deus vivendo neste mundo? É isso que eu estou querendo falar. É isso que estou dizendo. Presta atenção!  Vocês vão ter que se virar. Porque eu estou dizendo como é a coisa hoje. Mas você para ser Filho de Deus,  vai ter que ser um tipo de marido e você para ser filha de Deus, vai ter que ser um tipo de mulher. Deu para entender? Senão você não vai ser a Igreja.

Estamos falando isso aqui, primeiro, para que você viva bem. Um casal cujo o marido quer ser Filho de Deus, cuja mulher quer ser filha de Deus, acredito não ter coisa melhor. Pronto aí vai dar tudo certo.   É isso que estamos aqui tentando falar.

O Ramiro, para ser Filho de Deus, do que ele precisa? Não é para ser um bom esposo. Já que ele é casado, ele tem obrigação, ele é obrigado, a que? O Ramiro quer ser Filho de Deus, o Bibi quer ser Filho de Deus, o Dairel. Tem uns quatro ou cinco homens aqui hoje o resto é namorado. O Valdemir quer ser Filho de Deus, então, ele é obrigado a fazer este versículo 25 cumprir na vida dele: ‘‘Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela’’…  O que ele tem que fazer Bibi?

[Claudiner]  Tem que amar a esposa como Cristo amou a Igreja.

 

Se ele quiser ser Filho de Deus. Mas se ele não conseguir? O Fernando falou ali. Ele entrega os pontos? Esse cálice eu não bebo. Aí passa por cima e vai embora?

[Fernando]  Não! Tem que procurar. Porque, na verdade, eu acredito que não damos  conta de fazer tudo do jeito que a mulher quer.

Não é do jeito que a mulher quer. Se você for fazer tudo do jeito que a mulher quer, você está lascado!

Todos (rssss)

 

Valdemir você entendeu o que o Fernando quis dizer?

[Valdemir]  Eu acho que ele falou uma coisa que não tem nada a ver. Não é fazer tudo do jeito que ela quer. É amar a esposa, como Cristo ama a Igreja.

Como Jesus amou a Igreja.Então, normalmente a mulher não quer ser amada… Por que eu sei que a mulher de hoje não quer ser amada como Cristo amou a Igreja?

[Fernando] Porque ela quer ser dona do nariz dela.

 

Espera! Espera! Passa para o Welmo. Porque sabemos que a mulher de hoje não quer ser amada como Cristo amou a Igreja? Então, para vocês irmãs que estão aqui vão ter que se esforçar para aceitar o amor. Vocês vão ter que se esforçar. Pois é um espírito, e uma coisa que está no mundo. Agora mesmo os irmãos falaram o porquê que os homens estão largando e deixando o pau cair à folha.

Não está tendo mais homem. Aí as mulheres, às vezes, reclamam: “Não tem homem que presta”. Mas não tem homem que dá conta de prestar com o tipo de mulher que está tendo aí. Entendeu? O homem é uma raça, uma espécie em extinção. A mulher não quer ser amada como Cristo amou a igreja. Não é isso Welmo? Porque temos certeza que isso é verdade?

[Welmo] Porque a Igreja de hoje não quer ser amada com esse  amor de Cristo.

A característica da Igreja hoje, qual é? Você sabe alguma?

[Welmo] Sim. Por exemplo: percebemos que hoje a Igreja não ama, não recebe o amor de Cristo porque ela não vive como Cristo queria que ela vivesse. Ela rejeitou o amor Dele e amou o mundo, amou as riquezas, amou as coisas desse mundo, badalação. Por exemplo, a vaidade, ela quer aparecer, ela quer está na televisão.

 

Ele não está falando de vocês não. Ele está falando da Igreja!

Mas, temos que ver como Cristo amou a Igreja. Não vai pensar que isso é com grosseria, com estupidez, pois não é. Por isso é tão difícil para nós quanto para a mulher. Mas isso que o Welmo falou e 100%, é isso mesmo. Deu para entender agora Geralda? Melhorou? Por que vocês acham que a mulher não quer ser amada como Cristo ama a Igreja. Será por quê? Por que isso está acontecendo?

[Fernanda] Porque ela não quer submeter. Não quer obedecer, não quer alguém mandando nela.

E essa doença ela pegou aonde?

[Fernanda] No mundo. Esse espírito que está no mundo.

Algum tempo atrás era normal a mulher submeter ao marido. De uns tempos para cá a coisa desandou. E aonde você acha que ela pegou essa doença?

[Fernanda] No mundo, aí fora. Eu acho que ela contaminou com tudo, corrompeu.

 

Ninguém, para falar melhor da mulher do que vocês que são mulheres. O Welmo falou do homem. Vocês que são mulheres, vocês é que sabem mais ou menos das coisas que estão do lado de vocês. Aonde que a mulher foi herdar essas coisas?

Na década de 60 começaram entrar alguns movimentos feministas, que é o fermento. O fermento que entrou, e foi chegando às igrejas. E foi corrompendo, corrompendo, corrompendo.  Porque nós tínhamos um tempo que realmente a mulher não tinha esse domínio que existe hoje. A mulher não tinha essa ascensão violenta que existe hoje; ela era de casa, mais pacata, mais submissa.

A verdade é a seguinte: o deus deste século tem explorado esse lado. Então aí, o homem entra também; não pensa que estamos fora, pois como Igreja nós somos mulher; como Igreja nós estamos com o mesmo papel da mulher; como Igreja nós vivemos o mesmo papel da mulher.

Mas o importante é você ter os seus olhos abertos e pensar assim: “Como eu vou fazer para ser Filho de Deus nesta época?”. Por isso que Jesus falou: “Será que vai ser possível alguém se salvar nos últimos dias?”. Como que vai fazer? Deus falou que vai ser difícil. Por que vai ser difícil? É, principalmente por isso que vocês estão vendo aí. Porque a igreja é a comunhão: é o pai, o filho, a mãe. Aí,  você vem para cá, e reúne você e a família. E aqui nós temos a mesma idéia, o mesmo comportamento. É a comunhão dos santos. E é muito difícil você implantar essa idéia no mundo de hoje; qual idéia? A idéia de que o homem deve amar a mulher como Cristo amou a Igreja, e a mulher deve sujeitar-se ao marido, isso se ela quiser ser filha de Deus, se ela quiser se salvar. Pois, senão, como ela vai se salvar? Se ela não sujeitar ao marido, ela vai sujeitar a Deus? E outra coisa: se o marido não amar a mulher como Cristo amou Igreja como é que vai ficar a casa dele?

Na próxima reunião talvez possamos tocar no assunto, pois eu não quero ficar falando, eu quero que vocês pensem no que estamos falando.

Agora quero dizer, por exemplo, como que o marido sabe que a mulher o ama? Pois hoje os homens estão perdidos.  Por que eles estão perdidos? Às vezes, ele pensa que mulher o ama? Como que nós saberíamos? Tem que haver uma forma, vocês concordam? Pois nós falamos aí: “ele tem que amar você como Cristo amou a Igreja. Como que você sabe que ele ama você? E como que você sabe que ela ama você?

Eu fiz a pergunta hoje foi para quem? Para o marido. Como você sabe que a mulher ama você?

Bibi, a Carmem ama você?

[Claudiner] Ainda não.

 

Ainda não. Ele tem o direito de achar que ela não o ama. Eu não sei se ele tem razão ou não. Às vezes ele não tem razão. O Lucas acha que a Daniele ama pelo menos um pouco. Ele acha que a mãe dele ama o pai dele.  Agora é para o Ramiro. Você acha que a Lázara ama você?

Ama! (Ir. Ramiro)

Todos (rsss)

 

Se ama ou não, nós não vamos falar agora. Eu vou falar aqui para depois vocês pensarem, aí quem sabe até o Bibi vai voltar atrás, o Lucas vai voltar atrás. Ou, então, vai ficar confirmado. Você quer entender o homem e a mulher? Entenda Cristo e a Igreja.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

*

Pode usar estas etiquetas HTML e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>