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Nisto sabemos que estamos Nele

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PREFÁCIO – INTRODUÇÃO

Alguns versículos nas Escrituras Sagradas têm chamado muito nossa atenção, principalmente agora, depois que tivemos a oportunidade de conhecer diversos aspectos que norteiam a vida evangélica de um modo geral. Apesar desta experiência ainda não representar base suficiente, para convencer a poderosa estrutura religiosa existente, acreditamos, ser uma questão de dever, manifestar o nosso entendimento em torno deste assunto, mesmo que, em nada, sejamos considerados. Está saltando aos olhos de qualquer ser humano em toda face da terra, o estranho comportamento do homem desta geração. Insensibilidade e violência são os fatores de maior crescimento nos últimos anos. Ainda assim, insistem as autoridades que exercem governo sobre nós, em permanecerem no mesmo caminho errado de sempre, e na contumaz esperança de solução, apesar dos números estatísticos apontarem, visivelmente, para o caos. Não nos é estranha a atitude dessas autoridades, pois que, nada têm elas a ver com a responsabilidade relativa ao Evangelho de Cristo. Por outro lado, o que nos tem causado muita dificuldade em entender é o procedimento de determinados seguimentos, tidos e havidos por testemunhas de Cristo. Em face do anseio que sentimos, queremos, com a graça de Deus, tornar do conhecimento de mais algumas pessoas, queira Deus, o nosso ponto de vista. Não é um trabalho para impor doutrina, nem queremos incitar ninguém à rebeldia. Visamos você, que sabe tanto quanto nós, a analisarmos juntos, alguns aspectos trazidos à luz, por Deus, a nós. O título, por si só, representa bem a nossa preocupação. É tempo de saber quem realmente está NELE; é tempo de definição; a seara nunca esteve tão madura. Se entendermos que não estamos NELE, sejamos honestos e nos convertamos a Ele. O tempo é este: Agora. “O julgamento é este: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más (João 3:19)”. Todavia, ninguém deve aceitar a Doutrina de Cristo, por imposição, como também, deve-se evitar qualquer espécie de pressão, no intuito de fazê-lo permanecer em Cristo. A liberdade de opção, o livre arbítrio e o direito de escolher seu próprio caminho devem ser respeitados integralmente. A título apenas de esclarecimento, estamos dirigindo a você.

CAPÍTULO 1: A LUZ VEIO AO MUNDO Acreditamos que, praticamente todos aqueles que habitam a terra, têm conhecimento da vinda, da vida e da Doutrina pregada pelo homem, o filho do carpinteiro, o nazareno chamado Jesus e que, a partir dEle, deu início a um novo tempo, exceção feita talvez a algumas poucas regiões, pelas dificuldades ainda não superadas. Certo é que, constantemente, estamos ouvindo declarações por parte de autoridades, que confirmam o que acabamos de dizer. Os meios de comunicação existentes no mundo de hoje, por si só, garantem esta nossa expectativa. O Espírito Santo, através de Paulo, disse que não importaria a forma pela qual seria Cristo pregado e sim, que fosse pregado. “Alguns efetivamente proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade. Todavia, que me importa?…(Filipenses 1:15-18)”. É um aspecto muito importante a ser considerado. Cristo, de alguma maneira está sendo anunciado. Se bem ou se mal, não sei; se é levado em consideração, se praticado, se negado; não nos cabe nenhum julgamento. Todavia, é importante uma averiguação minuciosa ao receber o convite para seguí-lo; deve-se discernir bem sua voz, sob pena de se tomar um caminho, cujo fim será a perdição. “Nem por serem descendentes de Abraão são todos seus filhos (Romanos 9:7; João 3:19)”. Queremos chamar sua atenção, primeiramente para o versículo 3:19 de João Nele, temos a afirmação categórica e porque não dizer, profética, da luz ter vindo ao mundo, porém não ter sido bem recebida. Teria isto ocorrido somente naquele tempo ou esta afirmativa vem ser tornando, cada dia, mais evidente? A luz, seria Cristo no aspecto físico ou a referencia visa sua Doutrina? Sua capacidade, toda especial, de analisar as Escrituras Sagradas existentes até então? Ou ainda, não seria ela um conhecimento, um entendimento, uma sabedoria? Virtudes que estiveram ligadas a um senso de justiça reputado como sendo divino? Partindo desta premissa, não temos dificuldades nenhuma em afirmar: a luz, a que se refere as Escrituras Sagradas, trata-se do Evangelho de Jesus Cristo, mais precisamente, de sua Doutrina. Considerando ser a palavra doutrina a expressão de um conjunto de princípios, que servem de fundamento a um sistema, a uma idéia filosófica, entendemos que, um indivíduo para se dizer Cristão, teria que praticar seus princípios, ou, em ultima análise, estar buscando o seu conhecimento. O que não podemos entender e muito menos admitir, é que alguém, dizendo-se Cristão, não pratica, não conhece, ou que, tendo conhecimento, nega sua eficácia. Sendo a luz, a Doutrina de Cristo, o que iríamos chamar de trevas? “Por meio dos teus preceitos consigo entendimento; por isso detesto todo caminho de falsidade. Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos (Salmo 119:104-105)”. Não é difícil observar que Deus chama de luz à Doutrina de Cristo e de trevas tudo que a ela se manifesta contrário. Luz e trevas então, são duas correntes filosóficas, sem dúvida existentes no mundo. A primeira, representa a opinião de Deus, a sua Palavra, a sua justiça. A segunda, caracteriza a doutrina do anti-Cristo, seu ponto de vista, seu parecer, e porque não dizer também, sua justiça. Acontece porém, que Deus classificou essa justiça do diabo, como sendo injustiça e a chamou de trapo de imundícia; ao passo que, à de Cristo, intitulou-se linho fino. “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundícia (Isaias 64:6)”. “Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos (Apocalipse 19:8)”. Sendo justiça, a faculdade de proceder sempre de forma correta, exata, impecável e imparcial; injustiça, ao contrário, caracterizaria um comportamento faccioso. Como vemos, Deus designou pelo nome de luz o que estivesse conforme à sua justiça e trevas, toda injustiça, toda atitude contrária a Ele. 1.1 – A SOCIEDADE E A DOUTRINA DE CRISTO Não havendo mais dúvida, creio eu, quanto ao que vem a ser luz e trevas, passamos a discutir alguns detalhes relacionados com o comportamento da sociedade, da qual somos integrantes, e a Doutrina de Cristo. Inicialmente, é bom que reconheçamos as condições encontradas por Cristo, quando de sua manifestação ao mundo, no que diz respeito, principalmente, ao nosso procedimento. O mundo estava em trevas, não havia luz, andavam como cegos, não sabiam para onde iam nem de onde vinham, não conheciam a verdade e assim por diante. Ele, somente Ele, era a luz perfeita, a direção exata, o caminho certo. “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida (João 8:12)”. Mostrava Jesus uma separação entre o que se tinha na terra (trevas) e o que estava chegando de novo para ela (luz). O que havia era injustiça, e a novidade: JUSTIÇA de Deus, ou seja: sua Doutrina, sua palavra, sua opinião, mistério que até então permanecia escondido da mente humana. Cristo foi quem o revelou. “Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, Eu deste mundo não sou. Se não crerdes que Eu sou (lá de cima) morrereis nos vossos pecados (trevas, injustiça) (João 8:23-24)”. Até aqui estamos plenamente conscientes de que Jesus, realmente, não encontrou outra cousa senão aquilo que já frisamos; muita confusão em relação ao cumprimento da Lei de Deus: “muitos santos”, “muitos filhos de Deus”, “muitos doutores”, “muitos sábios” a seus próprios olhos e um povo oprimido em conseqüência daquela situação. De antemão, é bom frisar que nosso relato tem como fundamento a Bíblia Sagrada. É nela que buscamos toda inspiração. Assim sendo, não irão nos entender aqueles que se mantém duvidosos quanto à veracidade dos fatos ali narrados e não aceitam sua condição de livro inspirado por Deus. Se estamos afirmando ser aquela, a condição encontrada por Jesus, é exatamente, porque Ele deixou transparecer, através de suas declarações, as quais foram, posteriormente, confirmadas pelos que as ouviram. Por outro lado, se buscamos naquele manifesto a base para exprimir nossa reflexão, é, sem dúvida, em face de aceitarmos, como verdade incondicional, as narrativas neotestamentárias. Apresentamos este preâmbulo, com a finalidade de chamar sua atenção para o fato da Doutrina de Cristo ser a Palavra de Deus, trazida ao mundo por Cristo, como luz, como solução, como última alternativa para um povo cujo destino está delineado e definido. Nós estaremos irremediavelmente perdidos se não aceitarmos a opinião de Jesus Cristo. 1.2 – A ÚLTIMA GERAÇÃO E SEU COMPORTAMENTO Se levarmos em conta a notoriedade dos fatos que ocorrem atualmente, em todo mundo, e os compararmos com as previsões proféticas das Escrituras Sagradas, notadamente com as relativas ao Novo Testamento, vamos concluir, sem muita dificuldade, que os sinais indicam a última geração. O tempo dos gentios está chegando ao fim. O dono da casa está voltando. “Assim também, quando virdes acontecer estas cousas, sabei que está próximo o reino de Deus (Lucas 21:31)”. Que cousas seriam estas referidas por Jesus? Vamos procurar de uma forma mais prática possível, entender algumas dessas cousas. Continuaremos insistindo no assunto que diz respeito à luz, porque entendemos ser, dos sinais que antecederiam a vinda de Cristo, o que mais evidencia apresenta no momento. Ela está se apagando, senão vejamos, mediante uma correlação de idéias: – Doutrina de Cristo (Luz): “ Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado (Efésios 4:28)”. – Sem dúvida, não é o que vemos. Ao contraio, estamos presenciando, seguidamente, fatos que comprovam o estado aviltante do homem desta geração. Suborno, enriquecimentos ilícitos, corrupção, mentira, ganância, abuso de autoridade, roubo, furto, trapaças, são comportamento que deixaram de estar ligados, apenas, àqueles tidos como marginais, para se tornarem generalizados e perfeitamente aceitáveis no meio daqueles que, normalmente, teriam que coibi-los. Quem furtava está furtando mais ainda e quem trabalha, não o faz, pensando em auxiliar ninguém, a não ser, algumas cortesias com chapéu alheio. – Doutrina de Cristo (luz): “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe e sim, unicamente a que for boa para a edificação, conforme a necessidade, e assim transmita graça aos que ouvem (Efésios 4:29)”. – Os meios de comunicação (Rádio, Televisão, Cinema, etc) estão aí, mostrando a realidade. Quase nada se aproveita daquilo que se ouve ou que se vê, e, em conseqüência disto, é a edificação em sentido contrário ao cristianismo: sexo livre, crianças mal educadas, inversão de valores, pornografia, incitação à riqueza, estímulos à desobediência e ao desmando, e assim por diante. Isto, em relação a Deus, nos edifica? – Doutrina de Cristo (luz)? “Tendo sustento e com que nos vestir estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e ciladas e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam na ruína e perdição (I Timóteo 6:8-9)”. – Começando pelas nações, a avidez por riqueza, domina, de forma contundente, o pensamento do homem desta geração. Como não poderia deixar de ser, o que nós vemos, é apenas o cumprimento da palavra que acima transcrevemos. As nações, a maioria delas dominadas por uma minoria rica e ambiciosa, em virtude do endividamento praticamente impossível de se pagar, estão vivendo, basicamente, em função da dívida. O espírito de riqueza, cobiça e ambição tem, realmente, levado a atual geração à ruína e perdição. A violência, a corrupção generalizada, o roubo e a criminalidade, não são conseqüências apenas, da luta normal do homem pela sobrevivência, há algo mais. O espírito que opera esta desobediência é de domínio, é de supremacia sobre os demais e não de igualdade. Com isto, dá lugar à discriminação, ao desnivelamento social, ao aparecimento de classes dominadoras, à violência gerada, de um lado, em conseqüência da revolta daqueles que não conseguem seus intentos; de outro, pelo pavor dos grandes de se igualarem aos pequenos. Não podemos entender, ser isto, apenas lutar pela sobrevivência. Pelo menos, de uma cousa temos plena convicção: não está de acordo com os ensinamentos de Jesus. Doutrina de Cristo (luz): “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida (Tiago 1:5)”. – De conformidade com os resultados alcançados pelo homem, nos dias em que vivemos, comprovam, sobejamente, a fonte onde ele tem buscado sabedoria. Não é necessário ser nenhum experto para perceber tudo aquilo que está ocorrendo. Em todos os setores, o que se vê, é um desacerto, é uma desarmonia total; e o fruto, como não poderia deixar de ser, é ódio, vingança e muita confusão. Não temos duas nações que representam as superpotências mundiais, são elas: União Soviética e os Estados Unidos da América do Norte. Não faz muito tempo, iniciaram seus programas nucleares, como bastante sucesso por sinal, tendo alcançado logo seus intentos, colocando homens sobre o solo lunar. Daí para frente, outros arrojados projetos foram levados a efeito. No entanto, hoje, estão aí às voltas com o problema que eles mesmos são responsáveis. O mundo está armado nuclearmente, e seu desarmamento, torna-se cada vez mais difícil. Não podemos negar, a contribuição que tivemos em decorrência do avanço nuclear; todavia, os prejuízos e os riscos são assustadores. Façamos as seguintes perguntas: Qual seria a intenção inicial? O que havia dentro dos corações daqueles homens, no princípio? Cooperação, ajuda, amor ao próximo, ou um desejo maligno de dominar, de saber mais, de constituir um império? Qual a razão desses projetos serem desenvolvidos às escondidas? Por que tanta inveja quando o sucesso é alcançado por outro? “Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois, onde há inveja e sentimento faccioso ai há confusão e toda espécie de cousas ruins. A sabedoria, porém, lá do alto, é primeiramente pura, depois pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz (Tiago 3:15-18)”. Ao frigir dos ovos, teriam promovido a paz ou a guerra? Semearam justiça ou injustiça? Quem não tem a paz, não pode transmitir paz e quem não possui justiça jamais poderá semeá-la. Doutrina de Cristo (luz): “Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos purifica de todo o pecado (I João 1:7)”. “Os sábios serão envergonhados, aterrorizados e presos; eis que rejeitaram a palavra do Senhor; que sabedoria é esta que eles têm? (Jeremias 8:9)”. “Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: paz, paz; quando não há paz (Jeremias 8:11)”. “Vivem no meio do engano; pelo engano recusam conhecer-me, diz o Senhor (Jeremias 9:6)”. O que o profeta vaticinou foi a nosso respeito. Referiu-se ao nosso comportamento, e é com relação aos que prometem paz quando não existe paz; cura quando não há cura; e vivem enganando e sendo enganados; que gostaríamos de manifestar a respeito; não a título de julgamento, mas para que nós possamos, pelos menos, ter o direito de meditar e pensar um pouco; de compararmos cousas espirituais com cousas espirituais. O Senhor referido por Jeremias não é outra pessoa senão Jesus Cristo, é, a Ele que recusamos conhecer, conformados com o engano e vivendo no meio dele. Quando se começa entender as Escrituras Sagradas, chega ser revoltante o que se vê fazendo por aí, em nome de Jesus Cristo. Como vimos, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros. Interessante! Dizemos ser a Bíblia a palavra de Deus, pregamos como se fosse, contudo permanecemos em trevas. E como diz o profeta: recusamos a verdade. Afirmamos desta forma com base, exatamente nas Escrituras Sagradas, pois não acabamos de constatar que se andarmos na luz temos comunhão uns com os outros? O mundo, certamente, não pode ter comunhão uns com os outros, o que é obvio, pois que, não está com a luz e não aceita a Doutrina de Cristo. Mas não é com referencia a ele que estamos falando e sim, daqueles que, dizendo-se Cristãos, pregam, em nome de Jesus Cristo, caminhos diferentes. Alguma cousa, forçosamente não está correta. Não podemos continuar assim, afinal de contas, é em decorrência do nosso comodismo, o crescimento da iniqüidade. Se há falta de luz, como vamos esperar que não haja trevas? Mesmo que, profeticamente, tudo deva ocorrer assim, enquanto estivermos afirmando estarmos na luz, devemos dar a ela, a consideração que lhe é devida. Existe uma infinidade de denominações religiosas, cada uma dizendo-se verdadeira e chamando para si o maior número possível de membros, prometendo-lhes salvação, paz, cura, etc. Todavia, “A” não está de acordo com “B”; “B” não comunga as idéias de “C” e assim por diante. Nós os membros, chamamos uns aos outros de irmãos tendo contudo a preocupação, imediata, de perguntar: qual a sua igreja? Numa atitude clara de se precaver contra aquele que a pouco, chamamos de irmão. Dependendo da resposta, a conversa tem que parar por ali mesmo, sob pena de ocorrências desagradáveis. Pergunto: isto é luz? Porque não há comunhão uns com os outros? Escriturísticamente, cabe apenas uma resposta: Não andamos na luz como Ele na luz está. Podemos até andar na luz, porém, não como Ele na luz está. E, com isto, o sangue de Jesus não pode nos purificar de todo pecado. É necessário que estejamos plenamente de acordo como Ele para beneficiarmos do seu sacrifício. Caso contrário, estamos em trevas, ou seja, sob interferência do governo demoníaco do diabo, enganoso sob todos os aspectos, não havendo restrição. “… se não crerdes que Eu sou (a luz) morrereis nos vossos pecados (João 8:24)”. Não é esta, a realidade dos fatos? Vivemos num esforço impar, na tentativa de encobrir toda esta verdade. São explicações e mais explicações que no máximo conseguem justificar os escândalos e fracassos, não convencendo todavia, senão os incautos, cujos corações facilmente se deixam levar por suaves palavras de lisonjas. Doutrina de Cristo (luz): “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Por isso vos digo: Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo quanto ao que haveis de vestir… (Mateus 6:24-25)”. – Um dos temas bastante claro nas escrituras diz respeito ao perigo que se corre alguém que, inadvertidamente, envolve com riquezas relativas a este mundo. É inegavelmente, um dos assuntos mais polêmicos nas igrejas, e o que se vê, é uma frustrada tentativa de justificar procedimentos contrários aos princípios cristãos, acoitando doutrinas que incentivam e estimulam a competição por riquezas, utilizando para isto, sem nenhum receio, seus próprios templos e por incrível que pareça a própria Escritura Sagrada. Como vamos entender o crescimento do Evangelho de Cristo, quando as próprias igrejas estão torcendo as verdades nele contidas? Evangelizar, não seria transmitir a uma pessoa a Doutrina de Cristo, seu pensamento? O Evangelho, infelizmente, tem sido utilizado no sentido de prender o indivíduo a uma determinada “Igreja” e não no seu verdadeiro objetivo de nos converter ao entendimento preconizado por Jesus. Em razão disto, o resultado é desastroso sob todos os pontos de vista. De um lado, prejudica, consideravelmente, aqueles que imbuídos do propósito de servir a Deus, pregam a Cristo como Ele é; e por outro lado, mais triste por sinal, é a depreciação do valor que é devido ao Evangelho de Cristo. É fundamental para quem busca conhecer a Doutrina de Jesus, entender, o mais rápido possível, que trata-se da luz para o mundo. Foi Deus mesmo que se fez carne e habitou entre nós, com esta finalidade: Tecer comentários definitivos correspondentes à vida dos espíritos criados por Ele, quando estes, vivem os dias de sua carne. Deixar de acreditar no que Jesus falou e dar crédito a uma outra opinião diferente, é jogar fora todo sacrifício feito por Deus, para que nós também pudéssemos participar das grandezas que estão por ser reveladas, na manifestação de Cristo. “Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória (I Pedro 5:4)”. É incontestável, a existência de uma manobra astuciosa e muito bem desenvolvida, por parte do anticristo e seus ministros, no sentido de criar o maior obstáculo possível à assimilação dos princípios Cristãos. Como eles usam sempre de subterfúgios e enganos, residem nisso as maiores dificuldades para os que começam a caminhar em direção ao reino de Deus. Na relação feita por Jesus entre os dois senhores, colocando, de um lado Deus e de outro as riquezas, mostra, de uma maneira fantástica a sua visão profética em torno do assunto. Sabia Ele que o diabo usaria este poderoso instrumento, as riquezas deste mundo, como forma de dominar e manter cativos os homens deste século. Daí o motivo das inúmeras alertar neste sentido, em toda narrativa neotestamentária. O século atual, pautado pelo crescimento tecnológico, oferece ao homem condições de vida muito além daquelas que normalmente ele necessitaria. Com isto, ficou estabelecido um campo de competição e luta desenfreadas, no sentido de adquirir o máxima possível daquilo que é ofertado, causando resultados sombrios e inesperados. A variação de ofertas, cada vez mais crescente, estimula os negócios ilícitos, o roubo e o furto, o esbulhamento de salários, as injustiças, as vaidades, o exibicionismo e assim por diante. Dificilmente, o homem envolvido com este tipo de vida, terá condições de responder, de uma forma justa, diante de Deus. Como diz as escrituras: “Ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro (Mateus 6:24)”. Quem cair nesta rede só pela misericórdia de Deus se verá livre dela. Doutrina de Cristo (Luz): “Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas). A mulher aprenda em silencio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem que exerça autoridade sobre o marido; esteja, porém, em silencio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se elas permanecerem em fé e amor e santificação, com bom senso (I Timóteo 2:9-15)”. – É bom, sempre lembrar, da capacidade que possui o anticristo de produzir armas contrárias à doutrina cristã. O cristianismo trata-se de uma prática de princípios e disciplinas que visam a ressurreição dentre os mortos ou a transformação do corpo caso a vinda de Cristo ocorra antes da morte, mediante uma firme determinação e fé em todo o mandato de Deus, conferindo a Jesus Cristo, e delegado por este a outros. Qualquer doutrina, mesmo com o rótulo cristão, que não conduzir seus adeptos à esperança de vida em um novo corpo; à esperança de possessão definitiva de toda herança prometida a Jesus Cristo, não pode ser considerada verdadeira Doutrina de Cristo. Tudo que o Cristão visa é de alguma forma, alcançar sua redenção, sua participação no reino eterno de Nosso Senhor Jesus Cristo. Qualquer outro ensino que se opõe à Doutrina de Cristo, deve ser, de imediato, considerado pernicioso. Os ensinamentos de Jesus são intocáveis. “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão (Mateus 24:35)”. Quando referimos aos ensinos de Jesus, estamos automaticamente, incluindo todo o Novo Testamento. Os enviados de Jesus representam o próprio Deus; são seus embaixadores. “Quem vos der ouvidos, ouve-me a mim; e, quem vos rejeitar, a mim rejeita; quem porém, me rejeitar, rejeita aquele que me enviou (Lucas 10:16)”. Deus enviou a Jesus e este continua enviando discípulos. A rejeição a um desses enviados de Jesus Cristo, constitue em declaração de inimizade com Deus. Também, o acolhimento a quem não foi enviado por Jesus, representa oposição a Cristo. O que fizemos, após a transcrição de alguns versículos da carta de Paulo a Timóteo, foi enfatizar o valor do testemunho de quem é enviado por Deus, neste caso, o Apóstolo Paulo, antes de tecermos comentários a respeito do procedimento da mulher de hoje, em relação ao que Paulo disse. O apóstolo falou em nome de Jesus, como embaixador de Cristo. O ministério daquele homem foi aprovado por Deus. A prova mais evidente, é exatamente a anexação de suas escrituras à Bíblia Sagrada. Diante disto, sinceramente, eu não teria coragem de me opor a nada que tenha sido afirmado por ele. Com muito mais razão, por se tratar de escrituras sagradas. Foi burlando essas escrituras que o homem pouco a pouco, se afastou de Deus ou que Deus se afastou do homem. “Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros (Tiago 4:8)”. Certamente, a recíproca também é verdadeira: afasta-se de Deus e ele se afastará de você. É como a luz e a escuridão. Uma se distancia com a aproximação da outra. “… mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus (Mateus 10:33)”. Estaria a mulher de hoje, procedendo, de conformidade com a orientação de Deus? Poderíamos considerar a mulher dos dias atuais, como cristã? Com raríssimas exceções, o quadro que se vê, é profundamente entristecedor. Elas estão se opondo, frontalmente, aos ensinamentos cristãos e se tornando causadoras de uma quantidade enorme de problemas. Com que facilidade as mulheres se adaptam às cousas que não trazem aprovação de Deus. São iludidas, sem nenhuma dificuldade, vez após vez, dia após dia, sem contudo admitir seus lugares. “… aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade (II Timóteo 3:7)”. Em razão disto, da ascensão desajuizada da mulher, o procedimento do homem tem se tornado, cada vez mais, desonroso e desprezível. É que, essa ascendência, evidencia, fraqueza e falta de caráter do elemento masculino. Não estamos caprichosamente posicionando contra as mulheres, e sim, chamando sua atenção para a observância dos fatos que estão ocorrendo. Inverteram-se os valores, criando-se uma forte resistência à verdade. Se é que admitimos, a Doutrina de Cristo, como sendo a verdade. Alias, o que estamos querendo, realmente, é tornar claro que o comportamento do homem de um modo geral, à luz do Evangelho, não lhe está dando o direito de ser chamado cristão. O diabo certamente não se esqueceu, que a melhor maneira de se derrubar um homem é utilizando-se da mulher. “As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo Salvador do corpo. Como porém a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seus maridos (Efésios 5:22-24)”. “Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a Igreja (Efésios 5:29)”. “Eis por que deixará o homem a seu pai e à sua mãe, e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne (Efésios 5:31)”. “… Qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe e torna-se adúltera… (Mateus 5:32)”. Temos suficiente base escriturísticas, além de outras que poderíamos utilizar, para solidificar o nosso ponto de vista e levá-lo à sua apreciação. Sendo o Apóstolo Paulo, um enviado de Deus, com missão específica de abrir os nossos olhos, qual seria sua reação, como cristão, diante de seu parecer? Aceita ou rejeita a Doutrina anunciada pelo Apóstolo dos gentios? A princípio, não consigo admitir um cristão discordando da Doutrina que Paulo pregou. Como seria ele cristão, rejeitando aquele que foi enviado por Cristo? Com base neste princípio é que pretendemos concluir, que de conformidade com a direção dada por Deus, é mais que evidente, a rebeldia da mulher, em relação à Doutrina de Cristo. Caso venhamos a concordar, estaremos também, por análogo raciocínio, admitindo a falta de conhecimento do homem, em relação a Deus, pois que, este, logicamente, teria que orientar a mulher. Mais uma vez afirmo: Isto só faz sentido para quem confia na inviolabilidade das escrituras sagradas. “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro Evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema (Gálatas 1:8)”. Depois das considerações feitas vamos analisar juntos a compostura da mulher em relação à Doutrina de Cristo. Suas atitudes, suas reações, sua postura, suas reivindicações, enfim, se está, realmente desempenhando sua função de acordo com Deus. “Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente… (I Timóteo 2:9)”. Talvez, para muitos, não faz importância a maneira de se vestir mas, para Deus, é bastante claro as Escrituras, tem muito a ver. Nós, muitas vezes, não temos condições de avaliar a amplitude do mal, ou até mesmo o que seja mal. Deus porém, conhece-o perfeitamente. Se não fosse um mal, Paulo não teria feito restrições quanto ao modo de se vestir e de se comportar da mulher. A avalanche de problemas que sobrevieram ao mundo, depois dos incentivos à permissividade, liberalismo, liberdade sexual, são incalculáveis. Foi exatamente, em decorrência desses enganos, que a geração de hoje perdeu, até mesmo a noção de decência. O que há pouco tempo era considerado nocivo à sociedade, hoje, não o é mais. Ou na verdade não era, ou nós nos acostumamos com o mal. Isto vem ocorrendo em vários setores, todavia, no que se refere ao decoro da mulher é, sem dúvida, uma das mais graves ofensas a Jesus Cristo, praticada por este geração. A atitude da mulher, respeitando, é claro as exceções, têm se tornado, graças ao sucesso alcançado pelos anticristos, em descarada ofensa aos ensinamentos cristãos e por conseguinte a Deus. Creio eu, não ser necessário mostrar, detalhadamente, os caminhos que elas tomaram. Procure observar a opinião de Deus, a este respeito, e verifique, você mesmo, se confere com o que seus olhos têm visto. Não será difícil a conclusão de que é exatamente o contrário. Traje decente, vejam vocês! O que falta para ser mais indecente? Certamente virá o nudismo e não será considerado falta de decoro, em virtude da inexistência de moral. De um povo rebelde e uma sociedade que resolveu tomar um caminho contrário àquele determinado por Cristo, tudo podemos esperar. “… se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso…” I Tim 2:9 Querem justificar o desvario da mulher, atribuindo a (usos e costumes) sua maneira de vestir. Na realidade o é, só que, são maus usos e maus costumes. Falta-lhe modéstia; falta-lhe bom senso; falta-lhe simplicidade. Não sabem mais o que fazer para se destacar e se projetar, seja qual for o ambiente. É comum ver nos lugares onde normalmente teriam que ser considerados santos, verdadeiros desfiles de modas e arrumações tais que, espelham ou a ignorância ou a desobediência da mulher, em relação à Palavra de Deus. Em certos ambientes podemos admitir como sendo falta de conhecimento, em outros porém, não. Ao contrário, caracteriza desobediência e resistência à Palavra de Deus. Para estas, a pedra eleita e preciosa, posta em Sião para salvação, tornou-se pedra de tropeço. Não estão de acordo com o parecer de Jesus Cristo e seus comportamentos, o resistem frontalmente. “Assim diz o Senhor: Não aprendeis o caminho dos gentios…” Jeremias 10:2 “Porque os costumes dos povos são vaidade;” Jeremias 10:3 “…vós, sim, que antes não éreis povo, mas agora sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia.” I Pedro 2:10 Nós, quando aceitamos a Jesus, como habitualmente se diz no meio evangélico, não se trata de uma aceitação física ou não se deve considerar assim, mas da admissão de uma nova mentalidade. Tem que existir por parte do homem ou da mulher cristã, o acolhimento à sua nova característica de vida, aquilo que vai distinguir o povo de Deus. Por esta razão, é que Pedro diz: vós, sim, que antes não éreis povo, mas agora sois povo de Deus. O nosso Senhor, a partir daquele dia, passa a ser Jesus Cristo. Antes, estávamos sem Deus e sob outro governo. Tudo que diz o Senhor é para nossa edificação, nosso aperfeiçoamento e nossa salvação. É mediante o conhecimento do nosso novo Senhor, que vamos, aos poucos escapando das contaminações do mundo. II Pedro 2:20, I Pedro 5:10 O povo de Deus tem outro caminho. Seus costumes são completamente diferentes. É um povo espalhado pelo mundo inteiro, no entanto, seu caminho e seus costumes são o mesmo e diverge dos demais povos. O nosso Senhor é o mesmo Senhor de Sara e as santas mulheres que esperavam em Deus. Ele não se modernizou e nem mudou de opinião quanto ao comportamento das mulheres. “Não seja o adorno das esposas o que é exterior, como o frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário;” I Pedro 3:3 É evidente que o Senhor não está de acordo com os costumes dos povos e nem anda no caminho dos gentios e, se quisermos andar com ele é bom que nos assimilemos aos usos e costumes do seu povo. Os dois Apóstolos, enviados por Ele, têm o mesmo ponto de vista, ou seja: as mulheres que fazem parte do povo de Deus devem se vestir decentemente, sem enfeites e sem ostentação. As gentias, acostumadas a uma vida diferente, seguem o curso do mundo, ostentando-se da melhor forma possível. Ninguém deve impor e nem tornar obrigatório o uso de determinado tipo de roupa, para um ou para outro sexo. Por si só, cada um, julgue o que é decente e o que se convém vestir. É, de acordo com o conhecimento de Jesus Cristo que vamos, aos poucos, nos assimilando a nossa nova vida. Nem tudo o que fazíamos é conveniente continuarmos praticando. Se convertemos ao Senhor, subentende-se também, que aceitamos o seu governo. A justiça, (opinião de Deus) vinda através de Cristo ou de um de seus enviados, é fundamento, é base, para quem pretende herdar o Reino de Deus, participando assim, da primeira ressurreição; sendo dispensado do julgamento final. “Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.” João 5:24 A Doutrina de Cristo tem sido desacreditada e relegada a um plano tal, que a coloca como algo, inexplicavelmente, insignificante. A culpa, sem dúvida, recai sobre aqueles, cujo procedimento desonesto, está levando o próprio Cristo ao vitupério. Dizendo-se cristãos, procedem de maneira contrária à Doutrina do Senhor, que por eles morreu na cruz. “ No tocante a Deus professam conhecê-lo, entretanto o negam por suas obras, por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.” Tito 1:16 “É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinado o que não devem, por torpe ganância.” Tito 1:11 Quem não quiser dar crédito a verdade, acabará cedendo à mentira. II Tes 2:7-12 Não é para nós uma situação muito cômoda. Estamos diante de duas portas, uma estreita e outra larga; diante de dois caminhos, um apertado e outro espaçoso. Mateus 7:13-14 Como se não bastasse esta dificuldade, contamos com a eficaz colaboração dos falsos profetas, que disfarçados de uma santidade aparente trabalham, eficazmente, no sentido de criar, ainda mais, problemas para nós. É bom que as mulheres sejam boas donas de casa. Eles fazem tudo para torná-las péssimas donas de casa. É bom que elas sejam mestras do bem, a fim de instruírem às mais jovem. Eles, as confundem tanto, que tornam mestras de vaidade e futilidades. É bom que sejam sujeitas a seus próprios maridos. Eles as incentivam à rebeldia. O marido é o cabeça da mulher, sob quem deve pesar a direção do lar. A cabeça é quem governa o corpo. Eles porém, estão conseguindo inverter estas posições, mediante um trabalho, sem duvida, muito bem organizado. Existem grandes associações trabalhando neste sentido. Afastar a mulher da sua verdadeira obrigação e seccioná-la de sua cabeça. Corpo sem cabeça, penso eu, não pode funcionar, mas é o que eles estão fazendo. Não é permitido à mulher ensinar nem exercer autoridade sobre o marido. Eles, todavia, conseguiram, sorrateiramente, mediante uma valorização falsa e desonesta da mulher, fazer com que esta julgasse com o direito de se opor ao marido e até mesmo ensiná-lo, quebrando com isto, o vínculo mais eficiente no fortalecimento do lar. Mesmo sendo a esposa cristã e o marido não, permaneça ela no seu lugar, com muito mais razão ainda, respeitando a autoridade (direito de fazer obedecer) conferida por Deus ao homem. Esta inversão de posição, foi uma das grandes conquistas de satanás. Todavia, será preservada através de sua missão de mãe. Eles, para satisfação do desejo de seus pais, que não é outro senão o diabo, apanham mulher na ilusão e tiram dela aquilo que lhe é fundamental no seu bom relacionamento com Deus, ou seja, a missão de mãe, que é bom que se diga, não pode ser considerada apenas como o dar á luz uma criança, e sim, viver com ela, ensiná-la, amá-la, dirigir seus passos para um crescimento sadio e honesto sob todos os aspectos, preparando-a para o conhecimento da verdade e tornando-a livre das contaminações do mundo que envolve, dentre outras cousas, a insubmissão ao marido. Aqueles que são contra a Doutrina de Cristo, os inimigos de Deus, que em breve manifestarão adeptos do anticristo, não estão errados em quebrar a cadeia de autoridade nos lares, ao contrário, realizam grande obra, visando confundir o povo de Deus em conseqüência, acarretar para a Igreja, muita tribulação. Igreja aqui, não se refere a prostíbulos de ponta de rua mas, ao povo de Deus, que mesmo debaixo de grande oposição e perseguição, sustenta o testemunho de Cristo. Porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo salvador do corpo. O natural foi sempre usado por Deus, para refletir o espiritual. A situação das Igrejas, hoje, é uma cópia do que está ocorrendo nos lares. A mulher (Igreja), não se sujeitando à sua cabeça (Cristo), comete transgressão e desobediência ao Evangelho de Jesus (infidelidade conjugal), contribuindo decisivamente para sua rejeição (desobrigação conjugal) e, finalmente, o inevitável acontece, a prostituição (relaxamento total), deixando de possuir força e moral, para exigir dos filhos, a obediência aos mandamentos e preceitos. Perde o que lhe é mais caro e o que lhe dá autoridade (sua cabeça). Perde o esposo, perde Cristo e a direção de Deus. Tem sido assim: a mulher no lar e a Igreja na sociedade. Uma desmoralizada lá e a outra cá. Uma não se sujeita ao esposo, com quem contraiu matrimônio tornando-se um só corpo, prometendo-lhe tudo e não cumprindo nada. A outra, por sua vez, realiza o mesmo, não se submete a Cristo. Com seus procedimentos difama-o e o envergonha. Estas mulheres (igrejas e esposas), ostentam uma aparência de vida conjugal, na realidade porém, estão separadas de seus esposos. Na prática do adultério e na resistência à autoridade do marido, abriram precedentes para serem repudiadas. “Aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.” Rut 1:16 Como é lindo vermos isto, no sopé dos convites de casamento e como é triste encarar a realidade vivida, principalmente, no que se refere a Cristo e a Igreja. É verdade que não é só o problema da mulher. Juntamente como este, muitos outros são responsáveis pelo desequilíbrio social. Todavia, os incentivos no sentido de levar as mulheres a assumirem posições tais que, as obrigam a um afastamento do lar, estão se tornando responsáveis e conduzindo a humanidade a um desastre total. Ora! Se é exatamente ali, no lar, o lugar ideal para se educar os filhos, o que se pretende com sua desordem? Quem vai ensinar nossos filhos o caminho da vida? Quando a sociedade requerer seus serviços, estarão devidamente preparados para contribuírem, na edificação ou na destruição do homem? Quem terá paciência como nós, na sua educação? Quem suportará os seus defeitos e reconhecerá as suas virtudes? Quem? Pergunto eu. Nós, os pais. É a única resposta, sinceramente honesta. Caso contrário, o mundo educará à sua maneira, verdadeiros monstros, desumanos, irreverentes, implacáveis, insaciáveis, amigos de si mesmo, egoístas ao extremo, cujo Deus, tornar-se-á seus próprios ventres. O Apóstolo Paulo, a mil e oitocentos anos aproximadamente, fez com muito mais detalhes, uma descrição perfeita a respeito da qualidade de homens que teríamos nos dias de hoje. Verdadeiros inimigos de Deus. Depois de relatar sobre esta espécie de gente, disse assim: “Tu porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus.” II Tim 3:14-15 Vejam o detalhe: desde a infância aquela criança estava sendo preparada. Desde a infância, também as crianças de hoje, estão sendo educadas com orientação específica, visando nitidamente, a negação dos ensinamentos cristãos. Exatamente o contrário da educação recebida por Timóteo. A providência inicial desta orientação demoníaca é, sem dúvida, criar todo tipo de engodo possível, objetivando a desatenção dos pais em relação a seus filhos, no processo de educação de conformidade com os princípios verdadeiros, princípios cristãos. Acredito que nós, agora, depois de tudo o que vimos, apesar de tantas outras cousas relacionadas com o mesmo assunto, e que não fizemos nenhuma observação a respeito, temos, suficiente compreensão e uma boa perspectiva para entendermos que o homem de um modo geral, e particularmente a mulher, na análise que fizemos, está gradativamente, como o sol que se esconde, deixando de executar a tarefa que lhe foi atribuída por Deus, tornando-se fator de contribuição decisiva no processo de degradação e desnaturação do ser humano, que aos olhos dos homens evolui, à luz do Evangelho, no entanto, está se deteriorando assustadoramente. Seria a vontade de Deus o que nós estamos presenciando hoje em termos de vida nos lares? Os filhos preparados por nós, em casa, estão sendo luz para um mundo de trevas, ou os lançamos ali, para tornar mais densa a escuridão? Qual o conhecimento de Deus que os pais hoje, transmitem a seus filhos? Tem sido, o que eles receberam de seus pais ou pior, se não converterem ao Senhor. Qual será o comportamento das jovens casadas, no que diz respeito às suas atribuições domésticas? Como suas mães, igualmente procederão. O caminho que nós ensinamos, é este o caminho que eles aprendem a andar. Daí a razão lógica, pela qual, de geração para geração, o diabo procurar enfraquecer a educação no lar, impondo aos pais doutrinas de demônios. O jovem tem recebido a formação ideal em casa, que venha capacitá-lo a ser bom esposo, um pai exemplar, um educador? Infelizmente, com o que normalmente se preocupa nos dias de hoje, é a formação profissional da criança e não moral. Elas são conduzidas, criminosamente, ao mundo de competição, de tal forma que não admitem nenhuma possibilidade de fracasso, perda ou derrota. Visam à parte de cima, o melhor lugar, o nome mais importante, a melhor aparência, o que for mais rendoso e lucrativo, a melhor família, o mais “honesto”, mais rico, e assim por diante. Essa é a tendência da doutrina praticada em nossos dias. É desnecessário dizer que não condiz com a Doutrina de Cristo, tamanho egoísmo que se nota nestes princípios. É evidente, que não alcançando aquilo que seus pais pretenderam, não casando-se com quem os pais desejavam, não conseguindo a riqueza sonhada, não se tornando importantes, estarão, fortemente, propensos a um fracasso no lar e na sociedade. A vida tornar-se-á, para eles, como um martírio. Tentarão impor ao cônjuge a culpa do fracasso ou não suportarão um ao outro. Irão procurar de todas as formas possíveis, impossíveis e até mesmo criminosas, alcançar a glória, o vencer na vida, do ponto de vista de seus pais e não de conformidade com os ensinamentos cristãos. Faça uma avaliação dos resultados alcançados pela atual geração e verifica se temos aplicado os ensinamentos de Cristo ou do anticristo. Somos parte da noiva ou membros da prostituta? “O meu povo consulta o seu pedaço de pau, e a sua vara lhe dá resposta, porque o espírito de prostituição os engana, e eles prostituindo-se abandonam o seu Deus”. Oséias 4:12 “Quem é sábio que entenda estas cousas, quem é prudente que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão.” Às vezes, embora repetitivo, é imprescindível frisar que o anticristo e seus seguidores são contra os ensinamentos cristãos. Isto se faz necessário em razão da facilidade, que chega ser inexplicável, do nosso envolvimento com eles e com suas idéias. Temos uma disposição enorme para nos tornarmos imprudentes; aceitarmos o que não é reto; desviarmos do caminho dos justos e por estranha razão, apreciamos os conselhos dos ímpios, os quais transgridem clarividentemente, a opinião de Jesus Cristo e daqueles que, por obediência à sua palavra, tornaram-se seus discípulos. Muitos evitam tomar conhecimento, talvez com receio de admitir sua posição contrária a Cristo ou, quem sabe, alimenta a esperança de Jesus Cristo não ser Deus e suas afirmações não serem a expressão da verdade, o que sem dúvida, é tremendo engano, pois toda Lei e todos os profetas dão testemunho de que Jesus Cristo é o Senhor. “Todavia eu sou o Senhor teu Deus desde a terra do Egito; portanto, não conhecerás outro senão eu.” Oséias 13:4 Esperar por outro Deus é demonstração de muita coragem. “Deus ressuscitou ao Senhor e também nos ressuscitará a nós pelo seu poder. Não sabeis que os vosso corpos são membros de Cristo? E, eu, porventura, tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente não. Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta, forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne. Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele.” I Coríntios 6:14-17 Dá para notar, perfeitamente, a existência de apenas dois corpos, o de Cristo e o da prostituta. Ou somos membros de um ou de outro. Aquele que se une a Cristo é membro do seu corpo e o que a ele nega, unindo-se à prostituta, torna-se com ela um só corpo. Só haverá malditos e benditos e nenhuma outra massificação mais. Ou estamos Nele ou fora Dele.

2 comments

  1. Achei muito interessante essa palavra, principalmente no tocante à criação dos filhos e dos valores das famílias que, por consequência da doutrina do pecado estão se desviando de Deus e achando natural a forma com que o mundo age.

  2. Eduardo Silva Oliveira

    Excelentes conhecimentos bíblicos. Que Jesus abençoe a todos envolvidos nesta página. Paz e alegria a todos em nome de Jesus!

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