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1 – É preciso concordar com Cristo!

É preciso concordar com Cristo!

“Preparas uma mesa perante mim,

na presença dos meus inimigos….”

1.         O Ramiro e a Lázara estão completando, hoje, vinte e dois anos de casamento. Para nós é motivo de muita alegria, haja vista ser de conhecimento de toda a igreja o que Deus fez no casamento dos dois. Deus abençoe vocês, parece que o pessoal preparou uma homenagem para o casal. Eu tenho certeza de que vai ser muito bom para os dois passar uma data assim tão especial juntos; e o que é melhor, em pleno encontro de casais, orando, buscando a Deus. Tem presente melhor do que esse? Não tem! Amém? Então, ao final da reunião, toda a igreja está convidada.

2.         Hoje é apenas a primeira reunião. Somos poucos e devemos fazer o que for possível para aproveitá-la ao máximo, entrar imediatamente no Espírito. Isto, com certeza, irá repercutir positivamente nas próximas reuniões. Para tudo há um espírito; as Escrituras dizem que o Espírito de Deus estava sobre Jesus para anunciar boas novas aos pobres, proclamar libertação aos cativos, restaurar a vista dos cegos, pôr em liberdade os oprimidos e anunciar o ano aceitável do Senhor.1

3.         Numa outra ocasião, Ele comparou a geração do seu tempo, e porque não dizer, a de nossos dias, talvez mais até do que naquela época, como sendo meninos assentados nas praças: tocava-se flauta e eles não dançavam; cantavam-se lamentações e eles não choravam. Por que isso acontecia? No momento em que precisava de um espírito de alegria não havia; o mesmo se diga com relação ao espírito de lamentação. Será que vamos conseguir o espírito de que necessitamos nesses dias? Aliás, de que espírito vamos precisar? De um espírito de praia, velório, carnaval? Não, mas sim de um espírito relacionado com o que vamos falar: casa, família, filhos, relacionamento e assim por diante.

4.         Certa vez, quando eu ainda fazia parte de uma denominação, fizemos um encontro de casais em que permanecíamos o tempo todo juntos. Havia várias homenagens de uns para com os outros, marido e mulher, filhos e pais… Tudo era feito no sentido de emocionar os participantes. Quando chegava o sapatinho do seu filho, você chorava, saía dali com uma vontade enorme de ser um bom marido, viver bem, em paz com a sua esposa. Muitos, inclusive, se reconciliavam. Era um trabalho interessante, só que não era feito por meio do Evangelho, e por isso não resolvia o problema. Uma, duas, três semanas depois, lá estavam os casais novamente separados.  Para nós, resolve apenas isto, viver bem por apenas alguns momentos? Não resolve! Queremos algo que seja permanente e verdadeiro. Vocês concordam? Precisamos trabalhar no sentido de edificar nossas famílias, que são parte da igreja, que constituem o corpo de Cristo.

– O que você espera desse encontro, Sirlei?

–     Espero que Deus fale conosco tudo o que se refere ao casamento, à vida a dois.

–     O Welmo está mais ou menos por dentro do que vai ser falado; nesses   últimos dias trabalhamos bastante nesse sentido. Não foi assim?

–     Realmente, eu tenho apenas uma noção, pois na hora em que a palavra está sendo pregada, Deus sempre acrescenta muita coisa, além do que, a participação, as perguntas dos irmãos são imprevisíveis, e é isto que torna a Palavra de Deus viva.

–     Quanto a você, Godoy, o que você acha que Deus vai falar conosco?

–     O que Ele vai falar exatamente eu não sei, mas, com certeza, Deus tem sempre uma palavra para nós, nos ensinando como viver bem com nossas esposas, filhos, em paz, tendo comunhão uns com os outros. Temos visto que Deus nos chamou para sermos como luzeiros no mundo. Eu creio que vai chegar uma hora em que o nosso casamento vai ser exemplo para outras pessoas; precisamos nos enquadrar urgentemente nisso.

5.         Everardo, Rose, tomem o seu lugar aqui na frente; vamos precisar muito de vocês.

–     Ramiro, o que você espera?

–     Como aconteceu no encontro em Goiânia, em um só dia, Deus falou muito conosco. Naquela oportunidade aconteceu algo muito interessante comigo: ao mesmo tempo em que o senhor pregava, eu sentia Deus falando ao meu coração. Poucas vezes eu senti tanta presença de Deus como naquele dia. Então, é melhor que deixemos tudo e busquemos esse espírito.

–     Eu concordo com você! O Espírito de Deus é completo, pleno, criador, redentor… Agora, necessitamos da parte de Deus de um Espírito para a família, voltado para nossas casas, nossos filhos, para falarmos de assuntos relacionados com a nossa vida conjugal, sem nos esquecermos de nossos filhos. Amém?

–     Vamos ouvir agora algumas irmãs preciosas. Precisamos muito da colaboração de vocês. Rosana…

–     Estamos aqui para aprender e temos pouco tempo; Deus tem nos ensinado muito e eu espero sair daqui edificada.

–     Sílvia…

–     Estou esperando um conselho de Deus relacionado com as nossas casas.

–     Rose…

–     Eu acredito que vai ser falado sobre o relacionamento a dois; que esta palavra venha nos ajudar a amarmos os nossos esposos e eles a nós.

–     Carla…

–     Eu vim com a esperança de aprender com Deus como melhorar o meu casamento para agradá-Lo.

6.         Mais uma vez, como sempre tem sido, eu gostaria que vocês tivessem toda liberdade para participar. Não vamos impor coisa alguma; propomos sim uma discussão, mas quem nos edifica é Deus. Poucos dias antes de viajarmos para cá, Deus nos deu uma visão mostrando que havia uma casa com várias pessoas, sendo que havia também várias mesas. À cada uma delas se sentava alguém que exercia uma influência sobre as demais pessoas. Entenderam? Esse se assentar à mesa é uma figura e representa algo muito sério.

7.         Quando Jesus se reunia com os seus discípulos, por exemplo, falava-lhes alguma coisa e, logo em seguida, celebravam a ceia, na qual o pão e o vinho eram distribuídos. As pessoas que ali estavam, pelo menos era o que se presumia, concordavam com o que Ele dizia. Eu disse presumia-se, por quê? Entre eles havia um que se fazia de amigo, mas era inimigo: Judas Iscariotes. A partir do momento em que ele passou a discordar de Jesus, era como se ele estivesse constituindo a sua própria mesa, e muitos se assentavam nela, podem ter certeza. Ora ele estava com Cristo, ora não estava, e é isto que Deus não quer; ou concordamos com Ele, ou não concordamos. Precisamos tomar essa decisão! Será que nós já optamos por Ele, incondicionalmente?

8.         Então, não podemos num mesmo grupo, ainda que pequeno, ter pessoas pensando de maneira diferente. Eu tenho a minha maneira de pensar, portanto, a minha mesa; o Godoy tem a dele, o Silvano a dele, o Wilmar a dele, a D. Zefa a dela e assim por diante. Serão tantas mesas quantas forem as maneiras de pensar. O restante da igreja vai se assentar à alguma mesa dessas ou ter a sua própria. Concordam? Isto nos une ou nos divide? Nos divide, e Jesus disse que a casa dividida contra si mesma não subsistirá.2

9.         Sendo assim, eu queria que todos nós nos humilhássemos debaixo da poderosa mão de Deus. Fizemos uma viagem cansativa, desgastante, um calor enorme para chegar aqui e não tirarmos proveito algum? Eu acredito que não! Pensem nisso. Quem se assentar à minha mesa vai fazer da maneira que eu estou dizendo, pois se Deus me colocou aqui na frente e tem confirmado a palavra que temos pregado, é sinal de que temos a aprovação Dele.

–     Você concorda, Sirlei?

–     Sim, concordo! Se  assentou à mesa, é porque acredita no que o senhor fala.

–     E quem não se assentar?

–     É porque não concordou, e quem não se assenta à mesma mesa, acaba por dividir a igreja.

10.      A Palavra de Deus diz que chegará um dia em que haverá uma só fé, um só espírito, um só Deus e um só Senhor.3  Isto quer dizer que, por enquanto, existem várias fés, espíritos, deuses e senhores. Temos que trabalhar em busca dessa unidade, seja em nossas casas, isoladamente; seja em conjunto, com toda a igreja. Que Deus nos abençoe, pois, se somos poucos e estamos divididos, imagine se fôssemos muitos. Não iríamos longe, não. Em nossas próprias casas, compostas de três, quatro, cinco pessoas, às vezes, apenas o casal, ainda assim há dissensão. Eu disse e repito: isto não é bom.

–     Certo, Godoy?

–     Isso é muito sério mesmo! Não adianta acrescentar mais pessoas, principalmente se elas pensam de maneira diferente; vai dividir ainda mais, um problema ainda maior. A casa de Deus, ou seja, o seu povo, está no meio de toda essa confusão, que acaba refletindo em nossos lares. Temos que corrigir isso o mais rápido possível.

–     Você acha que em Goiânia, entre nós, ainda tem divisão? Dê um exemplo.

–     Até para vir de ônibus houve divisão; alguns apoiaram a idéia, outros não.

–     Quem sofre com tudo isso somos nós mesmos. A pessoa que não concorda anda, procura, até encontrar alguém que pense como ela. Depois disso, eles se unem e formam a sua própria mesa. O nosso objetivo é sermos a casa de Deus, nos assentarmos todos à mesa Dele. Não estamos aqui para defender os nossos interesses, para buscar mais um seguimento religioso. Está certo, Lázara?

–     O objetivo é a igreja, e se ela estiver dividida não tem como.

–     Fale alguma coisa, Ramiro.

–     Deus quer que todos nós nos sentemos à mesma mesa: a Dele.

–     Você queria dizer alguma coisa, Welmo?

–     É como tem sido frisado desde o início: em toda reunião, Deus nos prepara uma mesa. Na última reunião de casais em Goiânia, por exemplo, o assunto pregado foi a respeito da mulher ser submissa ao marido. Foi uma polêmica muito grande porque foi dito que ser submissa é algo incondicional e não pode ser feito de malgrado. Qualquer que seja a decisão, a mulher deve apoiar o marido, mesmo que de forma contrária aos seus interesses. Não é concordar com o que está errado. Mas, mesmo que a mulher esteja certa, a decisão final é dele. Se não der certo, nada de se vingar, ofendê-lo, tirar sua autoridade de “cabeça”. Mas, quem sabe, com sabedoria, ela não consegue mudar a maneira dele de pensar e provar que tinha razão? Então, na mesma noite, houve um sonho em que havia uma mesa preparada com várias frutas muito bonitas e grandes: maçãs, bananas, uvas, etc. Algumas mulheres se serviam e comiam, mas, a grande maioria pisava, esmagando-as no chão. Várias delas eram atiradas em direção ao senhor (Rossini). Alguns irmãos (homens), então, fizeram uma parede de proteção e colocaram o senhor no centro, para que não fosse atingido, recebendo eles mesmos os impactos. Em pouco tempo, toda aquela mesa requintada estava quase que completamente destruída, restando apenas algumas unidades intactas no chão, ou que, embora parcialmente amassadas, ainda podiam ser consumidas; estas eram levadas por algumas pessoas para suas casas.

–     Estão vendo o quanto é sério para nós que pregamos? Muitas vezes, eu até imagino que a igreja está concordando com o que está sendo falado, mas, no entanto… Você entendeu o quê, Joaninha?

–     Eu entendi que, realmente, ser submissa como Deus espera que nós sejamos, não é fácil. Pelo sonho, ficou claro que muitas mulheres não aceitaram o que foi pregado, e por isso destruíam a mesa, ao mesmo tempo em que jogavam as frutas no senhor.

11.      Algumas poucas pessoas pegaram o que sobrou e levaram para comer em casa, certamente porque concordaram com a palavra que foi pregada. Caso se tratasse de uma casa que não concordasse, também teria nos atirado a fruta em vez de levá-la. É melhor que atirem mesmo e sejam manifestos os que não concordam; se você tem essa dificuldade, confesse isso para Deus, seja qual for o assunto que estiver sendo falado. O que não podemos é fazer como Judas, nos assentarmos à mesa um dia após o outro, fazendo de conta que está tudo bem, quando na realidade é tudo hipocrisia. Observem o quanto acontece com freqüência o que eu vou dizer: numa casa, normalmente, tudo o que acontece, um problema, uma decisão que tiver que ser tomada, seja lá o que for, a pessoa procura conversar com alguém que concorde com ela. Se isto acontecer, elas se falam uma, duas, três vezes seguidas ou mais, até que resolvam agir.

–     Você está entendendo, Joaninha? Explique para nós!

–     Os primeiros a concordar devem ser marido e mulher; depois vêm os filhos. Se o casal entra em acordo, por exemplo, para que não haja brigas em casa, haverá mais força, porque são dois.

–     Se você já tem o seu ponto de vista, você vai conversar com quem discorda de você?

–     Normalmente, se sabemos que alguém discorda de nós, procuramos não falar com ela de jeito algum (Sorrisos). Outras vezes, preferimos concordar para não contrariar, não magoar a pessoa, mas isso é um erro porque o ponto de vista de Deus diz que, se preciso for, devemos contrariar pai, mãe, filhos, marido…

12.      Isso! O ideal seria que nos convertêssemos à Cristo, tivéssemos unidade da fé, falássemos a mesma linguagem. O único instrumento capaz de fazer tudo isso é o Evangelho. A igreja “A” fica com a doutrina dela, a “B” com a sua, a “C”, por sua vez, não abre mão da sua, quando todos nós devíamos concordar com Jesus Cristo. Por isso, há tantas denominações. Alguém, por favor, poderia localizar para mim aquele versículo que diz que Deus nos prepara uma mesa. Alguém já localizou… Salmo 23.

1 O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.

2 Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.

3 Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.

4 Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.

6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

13.      Olhe aí que coisa interessante! Normalmente, nos lembramos apenas do começo do salmo, e dizemos: “o Senhor é meu pastor e nada me faltará”, “guia-me mansamente a águas tranqüilas”, “ainda que eu ande pelo vale da sobra da morte, não temerei mal algum”. Esse, então, é conhecidíssimo! Mas observe o que está escrito um pouquinho depois: “Preparas uma mesa perante mim”. Queremos tudo, só não queremos nos assentar à mesa de Deus ou se nos assentamos, nos fartamos e depois cuspimos fora tudo o que foi servido. Foi assim que Judas fez: “Até o meu próprio amigo íntimo em quem eu tanto confiava, e que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar”.4  Por incrível que pareça, há pessoas que se assentam à mesa, se fartam, mas depois se rebelam contra Deus, viram os seus calcanhares contra Ele. Amém?

–     Rosamaria, fale, eu acredito que já há alguma coisa no seu coração.

–     Queremos receber o apoio das pessoas, principalmente nos nossos erros; também, ao errarmos, não gostamos de ser repreendidos. Aí fica difícil porque, se um erra, você se rebela, mas também não aceita uma outra opinião, e isso divide a casa, a igreja. Por isso temos que ter humildade para acatar a opinião de Deus.

14.      Como é sério isso! Se a mulher tem um ponto de vista e o marido outro, a casa fica dividida. Vamos ainda mais longe: digamos que essas pessoas façam parte de um grupo de pessoas que congreguem juntas, da mesma igreja.  A divisão vai acontecer não apenas com os dois, mas todo o conjunto, porque cada qual vai ter comunhão com alguém que concorde com ela; nessas horas a pessoa procura até achar, porque sempre tem alguém insatisfeito. Pode ser que essa pessoa seja encontrada não na sua própria família, mas numa família um pouco mais distante. Ou seja, muitas vezes, sem perceber – eu prefiro acreditar que é algo involuntário – usada por um espírito de rebeldia, a pessoa se assenta numa outra mesa. Amém? Mas o objetivo dele não é destruir apenas a sua casa; ele apenas entra pela sua casa; a finalidade é bem mais ampla: destruir a igreja, afinal de contas, ele é inimigo de Deus; também é por este motivo que ele nos odeia. Se não somos odiados, algo está errado.

–     Quem concorda com isso?

–     Amém! (A igreja responde)

15.      E é verdade, é desse jeitinho! Se não for possível entrar através dos pais – porque estão unidos – ele vai procurar uma maneira de afetar toda a casa por meio dos filhos, através de uma amizade, por que não? Eu já vi inúmeros casos em que os filhos se levantam contra os pais, tudo por influência de uma amizade. Apenas depois que a casa cai é que descobrimos o quanto isso é sério.

–     Fale mais, Rosa. Você precisa de ajuda de Deus na sua casa?

–     Com certeza!

–     Quem é capaz de dar um exemplo? Godoy?

.     –     Realmente, temos que ter o máximo de cuidado com isso, vigiar nossas casas, pois o diabo se infiltra para nos destruir, ele é nosso inimigo. Eu me lembro de um sonho que eu tive uma vez, em que eu e o senhor estávamos assentados na Cosmauto, e um homem, de roupas pretas, muito bem vestido por sinal, entrou e disse claramente: “Estou de olho em vocês; se vocês derem uma brecha apenas, eu vou entrar e destruir, dividir vocês no meio”. Nós poderíamos nos perguntar: “Por que nós?”. Mas como o senhor estava falando agora há pouco, nos esquecemos que ele é inimigo de Deus, a guerra dele é contra Deus. E se nós nos colocamos do lado de Deus, automaticamente, mesmo que não queiramos, ele passa a ser nosso inimigo. Então, temos que pensar em tudo o que ele pode usar para entrar em nossas casas. Se a mulher, por exemplo, não for submissa, é uma brecha enorme. Se o homem, por sua vez, não amar a sua esposa como Cristo amou a igreja, é uma outra situação que deixa a casa vulnerável, facilitando a sua entrada.

16.      Estamos aqui para trabalhar! Como o Godoy falou, se eu não estou cumprindo o meu papel de cabeça, se a minha esposa não tem sido submissa, se os meus filhos não estão honrando nem a mim, nem à mãe deles, devemos abrir bem os nossos olhos. Vocês concordam? É hora de ouvirmos a Deus, nos assentarmos à mesa Dele e pedirmos que seja feita não a nossa vontade, mas a vontade dEle. É a palavra de Deus que vai nos ajustar, endireitar as nossas veredas, aterrar os vales, nivelar os montes tortuosos, aplainar os lugares escabrosos.5  Estamos todos na mesma situação, mas aquele que der ouvidos a Deus, não se arrependerá. Muitas vezes, vem o sonho, a visão, a palavra e apenas achamos interessante; não oramos, não jejuamos… Depois de dois, três anos, quando não mais estivermos esperando, acontece o que sequer imaginávamos. Cuidado, a palavra de Deus não volta vazia.

17.      Tem um versículo que diz: “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”.6  Há situações em que não podemos falar isso diretamente à pessoa porque ofende, mas percebemos claramente que aquela mesa não é de Deus. Não existe uma situação em que sejamos capazes de ficar neutros: ou nos assentamos à mesa de Deus e concordamos com Ele, ou nos assentamos a uma outra mesa e estamos contra Ele. Foi isto que Jesus quis expressar ao dizer: “Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.7  Em suma: não podemos nos assentar ao mesmo tempo às duas mesas. Vamos pedir a Deus para nos ajudar a não servir de tropeço, de brecha para que a igreja seja prejudicada.

–     Júnior, até agora, já aprendemos alguma coisa?

–     Muito! Por rejeitar o que Deus nos fala, fazemos a nossa própria mesa. Como lemos no versículo, ou a mesa é de Deus, ou não é.

18.      O importante é que Deus quer nos ensinar e estamos aqui para aprender, para serví-Lo. A vontade Dele é que edifiquemos a igreja, e não a destruamos. Vamos curvar nossas cabeças; ninguém é melhor do que ninguém. No corpo de Cristo o maior é o menor, aquele que serve os demais. Se quisermos que a Palavra de Deus permaneça conosco, a responsabilidade é nossa. Se Deus mostrou recentemente que a casa Dele é aqui, é sinal de que Ele tem se agradado de nós, apesar de toda a dificuldade. Certa vez Jesus disse: “Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? E, estendendo a mão para os seus discípulos disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Pois qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe”. Amém? Não podemos julgar a ninguém pela aparência, tampouco a nós mesmos, mas agradou a Deus nos escolher, um povo machucado, com muitas falhas, mas disposto a agradá-Lo, a fazer a sua vontade. Amém, Jesus, cremos que a palavra tem estado conosco; da fonte tem corrido a Sua palavra, pois entre nós ela é viva. Que nós venhamos, neste momento, levantar os nossos olhos aos céus, entender que o Senhor é quem sabe o que é melhor para nós. Sabemos que não é por força ou imposição, mas por escolha. Temos sim que nos humilhar debaixo da sua poderosa mão e esperar que o Senhor tenha misericórdia de nós. Perdoa-nos naquilo em que falhamos; queremos assentar apenas à mesa do Senhor, mas que tudo seja transformado em bênção para que o Teu nome seja glorificado, exaltado entre nós… Obrigado!

Não vou desistir de caminhar

Ao lado do Senhor

Não importa se estou

Em meio ao deserto

Perto está o Senhor

Não vou me calar

Quero expressar

O meu amor por Ti Jesus

Pois nasci para vencer

Não vou retroceder

Porque Senhor, Tu estás comigo

Tua graça me conforta

Teu amor me renova

Porque, Senhor, nasci para vencer…

One comment

  1. Realmente creio no que Deus,tem nos falado ser submissa nao e facil,mas se Deus tem nos falado e porque eo melhor para nos.Entao que seja feito a tua vontade Senhor em nossas vidas.Nos ensina Senhor a sermos submissas,a cuidar do nosso lar sendo orientadas pelo Senhor.

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