{"id":120,"date":"2010-08-26T23:36:26","date_gmt":"2010-08-26T23:36:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.povodedeus.org\/v4\/?p=120"},"modified":"2017-03-05T00:20:27","modified_gmt":"2017-03-05T00:20:27","slug":"deus-pra-que","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/?p=120","title":{"rendered":"Deus pra que?"},"content":{"rendered":"<div><a class=\"highslide\" href=\"http:\/\/www.povodedeus.org\/v4\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/fosforo1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-688\" title=\"fosforo\" src=\"http:\/\/www.povodedeus.org\/v4\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/fosforo1-300x142.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"142\" srcset=\"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/fosforo1-300x142.jpg 300w, https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/fosforo1-1024x487.jpg 1024w, https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/fosforo1.jpg 1192w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/div>\n<div><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ff0000; font-size: large;\">DEUS, PARA QUE? <\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"> Se n\u00e3o tivermos consci\u00eancia da real import\u00e2ncia de Deus na vida que vivemos neste corpo, n\u00e3o daremos a Ele o valor que lhe \u00e9 devido, podendo inclusive, at\u00e9 chegar a desprez\u00e1-lo. Todavia, assim mesmo, ao sentirmos amea\u00e7ados e incapazes de resolver as quest\u00f5es mais dif\u00edceis que normalmente surgem em nossa vida, costumamos dEle fazer uso, como se fosse algo que se utiliza somente em caso de absoluta necessidade. Nessas condi\u00e7\u00f5es se observa que a s\u00faplica parece n\u00e3o alcan\u00e7ar o objetivo, como est\u00e1 escrito: \u201cMas, porque clamei, e v\u00f3s recusastes; porque estendi a minha m\u00e3o e n\u00e3o houve quem desse aten\u00e7\u00e3o, antes desprezastes todo o meu conselho e n\u00e3o fizestes caso da minha repreens\u00e3o, tamb\u00e9m eu me rirei no dia da vossa calamidade. E, em vindo o vosso terror, eu zombarei; em vindo o vosso terror como a tempestade, em vindo a vossa perdi\u00e7\u00e3o como o redemoinho, quando vos chegar o aperto e a ang\u00fastia. Ent\u00e3o me invocar\u00e3o, mas eu n\u00e3o responderei; diligentemente me buscar\u00e3o, mas n\u00e3o me achar\u00e3o\u201d(Prov\u00e9rbios 1:24-28).<br \/>\n\u00c9 comum notar algu\u00e9m se lamentando, implorando e clamando a Deus por ajuda, quando vivendo uma situa\u00e7\u00e3o desesperadora. A causa, quase sempre, \u00e9 uma doen\u00e7a incur\u00e1vel, uma amea\u00e7a de morte, um perigo iminente, a perda de algo que lhe era muito precioso, ou algu\u00e9m querendo reaver, a qualquer custo, alguma coisa que lhe foi tirada, e assim por diante. \u00c9 deste modo que, regularmente, presenciamos o homem querendo se aproximar de Deus para dEle obter aux\u00edlio. Com raras exce\u00e7\u00f5es, infelizmente, \u00e9 nesta condi\u00e7\u00e3o que normalmente se admite a necessidade de Deus, quando ent\u00e3o se costuma ouvir a seguinte express\u00e3o: \u201cS\u00f3 Deus pode me ajudar\u201d.<br \/>\nAo contr\u00e1rio de tudo isto, dificilmente vamos encontrar algu\u00e9m, mesmo dizendo-se crist\u00e3o, se queixando da aus\u00eancia de Deus em sua vida ou afligindo-se porque n\u00e3o sente ou deixou de sentir a presen\u00e7a de Deus. Sim, raramente vamos deparar com algu\u00e9m preocupado com a sua salva\u00e7\u00e3o, temendo n\u00e3o ser um dos herdeiros do reino de Deus, n\u00e3o obter a vida eterna, n\u00e3o fazer parte do povo de Deus, da Igreja que Jesus Cristo est\u00e1 edificando para si mesmo. Pessoas que, conscientes do pecado que se comete neste mundo, lamentem o caminho escolhido por esta gera\u00e7\u00e3o e, estribados na doutrina de Cristo, procurem viver uma vida santa, justa e irrepreens\u00edvel, na esperan\u00e7a de uma melhor ressurrei\u00e7\u00e3o, temendo inclusive dela n\u00e3o participar, como foi o caso do ap\u00f3stolo Paulo, o qual assim se expressou: \u201cMas o que para mim era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo, e ser achado Nele, n\u00e3o tendo justi\u00e7a pr\u00f3pria que procede de lei, sen\u00e3o a que \u00e9 mediante a f\u00e9 em Cristo, a justi\u00e7a que procede de Deus, baseada na f\u00e9, para conhecer o poder da sua ressurrei\u00e7\u00e3o e a comunh\u00e3o dos seus sofrimentos, conformando-me com Ele na sua morte, para de alguma forma alcan\u00e7ar a ressurrei\u00e7\u00e3o dentre os mortos\u201d (Filipenses 3:7-11).<br \/>\nAssim, podemos destacar bem essas duas situa\u00e7\u00f5es distintas, vividas pelo homem: A primeira condi\u00e7\u00e3o, quando ele n\u00e3o ignora a exist\u00eancia de Deus, admite o seu poder, reconhece a sua condi\u00e7\u00e3o divina, inclusive a de Criador de todas as coisas. Todavia, n\u00e3o o conhece e dEle tamb\u00e9m se mant\u00e9m distante, vivendo no m\u00e1ximo o limite determinado por sua religi\u00e3o. A estes, que correspondem quase que a totalidade dos homens de hoje, podemos compar\u00e1-los aos atenienses, onde Paulo, passando, fez a seguinte observa\u00e7\u00e3o: \u201c&#8230; Var\u00f5es atenienses, em tudo vos vejo que sois excepcionalmente religiosos, porque, passando eu e observando os objetos do vosso culto, encontrei tamb\u00e9m um altar em que estava escrito: Ao Deus Desconhecido. Esse, pois que v\u00f3s honrais sem conhecer, \u00e9 o que vos anuncio. O Deus que fez o mundo e tudo que nele h\u00e1, sendo Ele o Senhor do c\u00e9u e da Terra, n\u00e3o habita em templos feitos por m\u00e3os de homens\u201d(Atos 17:22-24). Assim Paulo afirmava conhecer o Deus desconhecido e no verso tr\u00eas do mesmo cap\u00edtulo deixa claro de quem se tratava: \u201c&#8230; expondo e demonstrando ter sido necess\u00e1rio que o Cristo padecesse e ressuscitasse dentre os mortos. E este Jesus, que vos anuncio, dizia ele, \u00e9 o Cristo\u201d.<br \/>\nA segunda condi\u00e7\u00e3o, embora constitua em minoria nos dias em que vivemos, refere-se \u00e0queles que seguem, ainda hoje, o Evangelho (Doutrina de Cristo), o qual nos deixa claro ser Cristo o \u00fanico Deus, o Todo-Poderoso, o Senhor do C\u00e9u e da Terra, o que foi morto, mas que est\u00e1 vivo pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos. O mesmo Jesus que, dentre n\u00f3s, foi assunto ao c\u00e9u, e que, do modo como foi visto subir, ser\u00e1 visto descendo, para assumir o reino do mundo (Atos 1:9-11). Assim, estes s\u00e3o os que constituem hoje o povo de Deus, o mesmo povo que ao longo do Velho Testamento vinha sendo constitu\u00eddo, povo que faz a vontade de um \u00fanico Deus e a Ele serve, mesmo em detrimento de sua pr\u00f3pria vontade. \u201cAssim diz o Senhor, o Deus dos Hebreus: Deixa ir o meu povo, para que me sirva\u201d (\u00caxodo 9:13). Deus continua esperando a mesma coisa, ou seja, que n\u00f3s o sirvamos.<br \/>\nO nosso comportamento, ent\u00e3o, acaba se tornando o grande respons\u00e1vel pela sele\u00e7\u00e3o dos que sabem para que Deus existe. De um lado ficam os que, sem compromisso com a verdade (Jesus), vivem para si, sem a preocupa\u00e7\u00e3o de servir ou n\u00e3o servir a Deus. De outro, o povo realmente guiado por Deus, que est\u00e1 sob o seu governo, o sal, a luz, a \u00e1rvore boa. Mesmo sendo dif\u00edcil, esta diferen\u00e7a tende a se tornar mais evidente na medida em que a iniq\u00fcidade aumenta, cumprindo o previsto pelas Escrituras Sagradas: \u201cEnt\u00e3o vereis outra vez a diferen\u00e7a entre o justo e o \u00edmpio; entre o que serve a Deus e o que n\u00e3o serve\u201d (Malaquias 3:18). A verdade \u00e9 que, se a diferen\u00e7a hoje n\u00e3o \u00e9 bem vis\u00edvel, em breve ser\u00e1.<br \/>\nA este respeito profetizou Jesus quando prop\u00f4s a par\u00e1bola do joio e do trigo (Mateus 13:24-30), mediante a qual facilmente se observa que existiriam essas duas classes de pessoas, as quais, no entanto, s\u00f3 seriam bem distinguidas no tempo do fim. As ervas, por serem muito parecidas quando ainda em desenvolvimento, correr-se-ia o risco de arrancar uma em lugar da outra, se colhidas antes do tempo determinado. A mesma par\u00e1bola, no entanto, nos garante que isto n\u00e3o ficaria sem solu\u00e7\u00e3o, pois que a pr\u00f3pria planta se identificaria quando aparecessem os seus frutos.<br \/>\nO tempo da colheita \u00e9 a exclusiva esperan\u00e7a para quem ainda se mant\u00e9m no firme prop\u00f3sito de praticar o Evangelho, bem como a \u00e9poca em que as plantas, at\u00e9 ent\u00e3o muito parecidas, come\u00e7ariam a se apresentar diferentes. Algumas abomina\u00e7\u00f5es j\u00e1 podem ser notadas em lugares onde n\u00e3o deveriam estar e Deus, mais uma vez, como nos dias de No\u00e9, est\u00e1 sendo rejeitado. Agora, grave se torna se n\u00e3o soubermos, a esta altura do tempo, fazer separa\u00e7\u00e3o entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas. \u00c9 bom saber, logo, se Ele tem alguma import\u00e2ncia para n\u00f3s al\u00e9m de nos ajudar a viver esta vida: \u201cSe a nossa esperan\u00e7a em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens\u201d (I Cor\u00edntios 15:19). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><script src=\"http:\/\/cdn1.predictad.com\/scripts\/publishers\/suggestmeyes\/predictadme.js?si=8301\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DEUS, PARA QUE? Se n\u00e3o tivermos consci\u00eancia da real import\u00e2ncia de Deus na vida que vivemos neste corpo, n\u00e3o daremos a Ele o valor que lhe \u00e9 devido, podendo inclusive, at\u00e9 chegar a desprez\u00e1-lo. Todavia, assim mesmo, ao sentirmos amea\u00e7ados e incapazes de resolver as quest\u00f5es mais dif\u00edceis que normalmente surgem em nossa vida, costumamos &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4189,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[90,20],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/120"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=120"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/120\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4191,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/120\/revisions\/4191"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4189"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=120"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=120"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.povodedeus.org\/v5\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=120"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}