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Prefácio

PREFÁCIO

Dividido em sete Capítulos, o sétimo Volume de “O que vimos e ouvimos…” traz um ponto em comum, que aliás tem sido a tônica não apenas desta, mas de todas as edições anteriores: a pessoa de Jesus Cristo.

Mais uma vez, foram tomadas as gravações de fitas K-7, procurando manter na íntegra o teor das pregações e das participações dos presentes, sendo feitas apenas as devidas adaptações para a palavra escrita. Os assuntos são  diferenciados, muito embora haja entre eles uma verdadeira interação, uma vez que não se excluem, não entram em choque, antes, se harmonizam.

Como numa sinfonia bastante afinada, soa bem aos nossos ouvidos perceber que a verdadeira Palavra não entra em contradição consigo mesma. Quando a confusão parece encobrir o rosto dos homens, Deus permance Uno, Imutável, Eterno.

Mesmo quando se recorre a explicações contidas no Velho Testamento que, aparentemente, sob alguns aspectos – apenas aparentemente, frise-se – contradizem o Novo, tal não ocorre. Cite-se como exemplo o Capítulo V (Não te ensorbebeças, mas teme), em que é explicado o porquê da rejeição dos judeus e o  conseqüente acesso dos gentios à condição de povo de Deus. Esclarecimento simples, prático e convincente.

De imediato, após atenta leitura, é impossível não estabelecer uma íntima relação com o Capítulo VII (Não resista aquele a quem Deus envia). Ou seja, a rejeição por parte dos judeus ocorreu justamente por não aceitarem aqueles que por Deus foram enviados, entre os quais João Batista – apontado pelas Escrituras como o Mensageiro que haveria de preparar o caminho do Senhor – e o próprio Senhor, encarnado na pessoa de Jesus Cristo. Vale a pena atentar para esses detalhes.

O Capítulo I (Não tentarás o Senhor Teu Deus) já traz em si mesmo uma grande polêmica. Melhor do que as nossas próprias palavras, é trascrever um pequeno trecho: “… Por isso é que as palavras, as pregações que muitos falam por aí são verdadeiras tentações…” Isso mesmo! Muitas vezes, a própria igreja (povo), com base numa palavra, obviamente que não é de Deus, é tentada, ou seja, é incitada pelo diabo, a pedir alguma coisa. É Satanás assentado no trono, tomando o lugar que ao Senhor pertece.

É também com esse entendimento que deve ser analisado o Capítulo VI (Deus fará justiça aos que clamam). Como a viúva que importunou incessantemente o Juiz, assim deve ser a igreja relativamente à Deus. Entretanto, essa confiança tem sido cada vez mais abalada por doutrinas que instigam o povo a confiar muito mais, ora em si mesmo, ora em pessoas, ora em suas riquezas. Assim, a igreja não sentirá como aquela mulher: desamparada, sem ninguém por ela, a não ser o Juiz de suas causas: Deus.

Com isso, Deus acaba sendo desprezado. As ofertas que continuamente são feitas, todos os dias, em todo o mundo, por vários povos, acabam por não serem aceitas. De nada adianta oferecer-Lhe outra coisa, quando é a nós que Ele está querendo. Aliás, esse é o assunto do Capítulo III (Em que temos nós desprezado oTeu nome?).

Não menos relevante é o assunto tratado no Capítulo IV (Resista ao primeiro ataque do diabo). A opressão é, sem dúvida, um dos grandes males que aflige o homem deste século. E não estamos falando de um caso isolado, que atinge esta ou aquela classe social, mas, pelo contrário, trata-se de um problema generalizado. Para tanto, basta verificar o grande número de pessoas que se encontram internadas, em tratamento  psiquiátrico e tantas outras que se mostram perturbadas, desestabilizadas emocionalmente, enfim, fora do seu juízo perfeito. Há quem diga que esse será o grande mal do século XXI.

Finalmente, no Capítulo II (Deus nos convida à prudência), observamos a insatisfação de Jesus Cristo para com Seu povo. Segundo suas próprias palavras, “os filhos das trevas são mais prudentes do que os filhos da luz.” Em outras palavras, os filhos de Deus poderiam ser muito mais sagazes, agir com mais sabedoria. Sob muitos aspectos, o papel se inverte. Em vez  de influeciarem o mundo, os filhos de Deus são influenciados; em vez de servirem de exemplo digno a ser seguido, dão mau testemunho da Palavra.

Assim, pela sua transparência, imparcialidade e espontaneidade com que os textos são transmitidos, recomendamos o presente a todos aqueles que desejam ter em mãos um importante instrumento de evangelização, que tem tido a preocupação de manter intocável a Palavra original, anunciada, primeiramente, por Jesus Cristo e, depois, pelos apóstolos.

Quando a confusão e a proliferação de doutrinas se instalam, como é o momento que estamos vivendo hoje, o mais seguro é recorrer ao que realmente comprovou ter plena eficácia.  Só Jesus Cristo ressuscitou e isso basta aos que Nele crêem.

A Gráfica e Editora Vereda, uma vez mais, sente-se honrada em participar da grande responsabilidade e seriedade com que a série de livros “O que vimos e ouvimos…” está sendo publicada.

A Editora.

Goiânia/GO, Novembro de 2003.

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