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8 – Reuniões Digitadas Vol. X – Ser Espiritual – Parte II – Reunião 07-10-2018 – Domingo manhã

Reunião 07-10-2018 – Domingo manhã

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8 – Ser Espiritual – Parte II

Reunião 07-10-2018

         Amém, Deus abençoe, tenham todos uma boa noite, e que a paz do Senhor seja com todos. Amém? O que Deus tem falado conosco esses dias? Deus tem falado bastante conosco esses dias sobre… o quê?

        [Igreja] “Ser espiritual”.

        Só sobre ser espiritual? É o ser natural e o ser espiritual; são as duas situações da humanidade. Deus fala que veio salvar o que estava perdido. Tem aquela parábola das cem ovelhas… Temos até aquela música das cem ovelhas: “Eram cem ovelhas juntas no aprisco…” Aquilo ali, quando eu cheguei no meio evangélico, a gente tinha uma ideia de que fosse um crente que se desviou. Quando um crente desviava e voltava, o pessoal cantava essa música, pois era uma satisfação ter o crente de novo; porque Deus deixou as cem ovelhas ali, juntas no aprisco, e foi buscar o crente perdido. E é então uma parábola para o crente desviado?

              Mas, na verdade, não. Aquela parábola não está falando sobre isso, ela está falando sobre a vinda de Cristo na terra, atrás da ovelha, atrás do rebanho que se perdeu. Aquilo ali é a vinda de Cristo na terra em busca da ovelha, que é a humanidade, do povo que se havia perdido. “Eu vim buscar o que estava perdido”. Então, ele deixou o céu, deixou todo mundo… deixou os anjos, os arcanjos, os querubins, os serafins… deixou lá! Arriscando, se ausentou. Porque a parábola mostra que o pastor, ele deixa o rebanho, ele arrisca deixar o rebanho ali e vai em busca da ovelha perdida. Ali é uma parábola, mas para um bom entendedor, um pingo é letra.

                  Deus deixou o esplendor da sua glória, ele deixou os lugares celestiais e veio atrás do que estava perdido. (Do que estava perdido, no singular!). Ele veio atrás de alguma coisa que estava perdida, essa coisa perdida é o povo de Deus, essa coisa perdida é o povo, é a humanidade. Toda a humanidade estava perdida. “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Romanos 3:23).

Aí, nós, destituídos, saímos de lá, nós perdemos o contato com Deus, perdemos o contato com o céu. Nós estamos, na verdade, ainda nesta situação. Nós podemos nos considerar perdidos e sem Deus no mundo. Nós ainda estamos assim. Agora mesmo, aqui, eu estava pensando… A gente cantava aqui, a gente canta muito bonito e tal, mas eu fico preocupado porque não é a expressão da verdade. Se você parar e pensar bem, não é a verdade, certo? A verdade é outra muito diferente. Eu estou me referindo a quê? Por exemplo, essa última música que nós cantamos, “chego ao teu altar, sou o sacrifício”. Quem nesse mundo é isso? Quem é? Quem chega a esse ponto neste mundo? Quem?! Tem alguém que chega a esse ponto?

Na verdade, nós estamos falando sobre o natural e sobre o espiritual. A gente é natural, nós somos naturais, nós somos perdidos. Então a gente canta… Nós gostaríamos demais de ser esse sacrifício, mas a única pessoa que foi esse sacrifício, que conseguiu realmente se sacrificar… Coisa que nós não conseguimos ainda fazer!  Não é que a gente não possa cantar não, nós vamos cantar! Mas canta chorando, canta triste! Porque é uma coisa que a gente não é capaz de fazer. Antes disso, nós cantávamos, “Reunimo-nos aqui, para te adorar.” “E em nossos corações te entronizar no meio dos louvores, e declarar…” Amém?! Ninguém fica com vergonha, não?!

Isso é natural!  Isso é?… Natural, por incrível que pareça! Vocês não fiquem com raiva de mim não. Estão perguntando se eu ouvi a primeira música. Calma, ainda vou chegar lá! Rsrs. É que a primeira ainda é pior! Mas é verdade. O que Jesus fala? Que o que mais o ofendeu foi a hipocrisia dos fariseus. Foi com o que ele mais se ofendeu. E ele procurou realmente expressar, de coração, a verdade. E o apóstolo Paulo, imitando Jesus, também chega a essa conclusão. Então, não é que a gente não vai cantar! Nós vamos cantar, mas eu queria que você, ao cantar, pensasse, falasse assim, “nossa, como Deus espera isso de mim, como Deus gostaria de me ver nessa situação”. Pensar e fazer um esforço, e dizer: “Ô, Senhor, nós estamos muito longe disso, mas o Senhor pode ter certeza que nós estamos esforçando”.

Aí, durante a semana, nós citamos o caso do centurião, de como Jesus admirou o centurião, de como Jesus considerou aquela fé do centurião uma fé genuína! Por quê? Porque o centurião, que era um oficial, certamente um comandante, centurião quer dizer comandante de cem. Aí, os súditos, os servos do centurião foram atrás de Jesus para que ele fosse curar o servo dele. Aí, quando o pessoal estava vindo e trazia Jesus (o pessoal explicou para Jesus e ele resolveu ir), o centurião mandou alguém ir atrás e falar para Jesus não ir não, porque ninguém mandou chamar ele não. Eu mandei vocês avisarem para ele que meu servo estava doente, que ele fizesse alguma coisa de lá! Não é preciso que ele venha aqui não! Eu não sou digno de receber esse homem aqui não… Eu não sou digno que ele venha aqui não! O centurião acreditava em Jesus, por isso que ele pediu ajuda, mas ele entedia perfeitamente que ele não era uma pessoa digna de receber Jesus Cristo, quer dizer, ele realmente era desprovido de qualquer tipo de hipocrisia e falsidade.  Porque em outro caso, “Não, eu sou o centurião! Vou arrumar um almoço, aí ele vem, cura meu servo. A gente dá um almoço para ele aqui, tal, e etc.” Não foi assim que ele pensou, ele pensou espiritualmente, não naturalmente! Ele pensou assim, “é um homem santo, ele não vem aqui por causa de almoço, ele não vem aqui por que eu sou o centurião.” E foi isso que Jesus admirou na pessoa dele!

Então, eu acho que uma igreja nos dias de hoje que quiser aproximar da verdade, uma igreja que quer realmente conquistar da forma que o centurião conquistou Jesus, tem que aproximar o máximo da verdade, da realidade. Da verdade! E dizer: “Senhor, nós estamos esforçando, mas ainda não nos julgamos dignos de que o Senhor derrame sobre nós o Espírito Santo. Nós ainda não podemos nos julgar dignos de que o Senhor esteja no nosso meio.” Por quê? Porque nós ainda somos bastante naturais, para não dizer, carnais. Nós ainda somos bastante naturais. O centurião falou, “olha, eu mando e não peço, eu dou ordem, eu chamo um, faz isso! eu chamo o outro, faz isso! Etc.”; nós também somos assim, temos pessoas a nossas ordens, temos pessoas que trabalham para nós. Nós cumprimos ordens. Na verdade, nós somos ainda…

Nós estamos lutando, nós estamos pelejando para alcançar um pouco de espiritualidade, para sermos um pouco mais espirituais! Deixar de pensar em nós mesmos, deixar de buscar a nossa própria vontade, deixar de fazer a vontade da carne e do pensamento, deixar as coisas que são relativas a este mundo e buscar as coisas do céu, olhar para cima, esforçando no sentido de ser espirituais. Porque o Reino de Deus é espiritual. Então, o esforço que a igreja vai fazer é para ser espiritual, o que você puder ser, claro que uns vão conseguir ser mais do que outros, mas o que você puder ser de espiritual.

            O que é espiritual? Falamos esses dias também, espiritual é aquela pessoa que fecha os olhos para este mundo terreno e acredita no mundo espiritual, ela acredita em espírito, ela acredita que a verdade está sob o poder de Deus, no mundo espiritual, e que só Deus sabe a verdade.  E que o mundo que estamos nele é natural. O nosso mundo, ele é natural! Jesus entrou no mundo e saiu do mundo. Quando ele entrou no mundo, ele recebeu um nome e um corpo, e ele ficou no mundo, depois ele deixou o mundo. Nós estamos onde? E o nosso mundo? Que jeito que é o nosso mundo? Natural! Nosso mundo é injusto, nosso mundo é carnal, nosso mundo não é fácil!

Então, a luta de uma pessoa que está no mundo, que é o meu caso, e não se conforma com o mundo, é lutar para não fazer a vontade do mundo, para não amar o mundo… Vocês concordam que se a gente não vigiar muito, se a gente não tiver cuidado, quando a gente menos espera, nós estamos envolvidíssimos com o mundo? Nós estamos só fazendo um resumo do que a gente vem falando, porque muitas vezes a pessoa não vem em um dia, não vem em outro. Mas é isso aí. Então, pode cantar? Pode! Deve cantar? Deve! Mas não pode parar de pensar, não se iluda, porque o mundo é mau. Não se iluda, porque você pode ter uma surpresa muito grande com o mundo. Não se iluda, porque o mundo te engana. O que é o mundo? É onde você está.

Onde a ovelha foi parar! Onde a ovelha perdida foi parar! E Jesus veio, então, atrás dessa ovelha, ou seja, desse povo. Ele deixou lá e veio salvar o que estava perdido. É bom, eu acho isso bom!  Eu acho isso bom, Toninho. Já chega o tempo que nós fomos iludidos e enganados.  É bom a gente saber que, enquanto eu estou na carne é um exílio longe de Deus. Enquanto eu estou aqui, eu tenho que pelejar, eu tenho que vigiar, eu tenho que orar, porque eu não sei a hora que… Ali na parábola quer dizer o seguinte, você não sabe a hora que você vai sair do mundo. A hora que você sair do mundo, não tem mais volta. Saiu? Acabou! Então, enquanto estivermos aqui, vamos ficar acordados, atentos. Eu posso ficar ainda cinco anos, dez anos, no máximo! Mas ainda tem muitos de nós que estão começando, que ainda tem esperança de viver 50 anos; tem nossos netos, que estão esperando viver muito tempo. Não é o caso do Josias que já está de meio dia pra tarde (risos). A hora que chegar o momento, que eu esteja com a minha mala pronta. “Corri a carreira que me foi proposta, combati o bom combate”. Fechei os meus olhos, cri, tive uma esperança, e eu lutei, e eu pelejei. É para isso que eu convido vocês.

No nosso meio tem gente na UTI e tem gente casando. Aí você vê a diferença, tem gente casando daqui uns 4 dias e está na maior alegria do mundo, igual ‘pinto no lixo’; e ninguém vai jogar pedra, não vai tirar deles a alegria. Deus falou, “chora com o que está na UTI, depois enxuga e alegra com o que está casando”. Saiba viver! Vamos aprender a lutar, pelejar, aprender de tal maneira que cada um fale: “Senhor, a hora que o Senhor quiser vir, o Senhor pode vir”. Amém?!

2 Coríntios 4:16-18

16. Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.

17.  Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;
18. Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

Então, as escrituras foram escritas para nos ajudarem. Ajudar você a crer, a não se iludir. Ajudar você a lutar, a pelejar; para que todos nós tenhamos a mesma esperança que tinha Jesus. Jesus veio ao mundo, mas ele tinha uma esperança, que era a ressurreição! Então Jesus venceu o mundo porque ele venceu a morte! Ele venceu a velhice, Ele venceu a tristeza, Ele venceu a dor, Ele venceu a mágoa, que é tudo que nós temos. O que nós temos? Tristeza, feiura… Você nasce tão bonitinho, depois fica tão feio, você já reparou? A vida, essa vida acaba, é sofrimento, tristeza, aflição, angústia… E Deus, vendo isso, ele teve pena de nós, ele teve dó de nós. Ele falou, “Eu não aguento, eu vou lá arrumar para eles uma saída”. E ele veio inaugurar o caminho que levaria o homem de volta, para que ele saísse dessa situação.

Pensa bem para você ver se é vida a sua situação! Não é! Então ele veio… a verdadeira vida! Ele falou, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” E ele fez isso para tirar a gente dessa ilusão. Vocês concordam que esse mundo é um mundo só de ilusão? Que é uma ‘baita’ de uma ilusão?! Ele veio abrir os nossos olhos e mostrar para nós que não está tudo perdido não! Que tem uma esperança, que existe uma esperança, a verdadeira vida vem depois. Ele tem uma novidade de vida para nós, tem uma vida nos esperando, um novo céu, uma nova terra, uma vida! Uma vida verdadeira!

Então, olhem aí, quando você lê querendo entender… “Por isso não desfalecemos, mas ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia”. Por que é que nós não desfalecemos? É porque a nossa esperança, ela vem depois. É porque a nossa esperança é para alguma coisa que vem depois. E enquanto estivermos aqui nesse corpo, “e ainda que o homem exterior se corrompa…” esse homem é o de fora. É esse que, querendo ou não, ele se corrompe com o tempo, ele se desgasta com o tempo, ele se desgasta com o sofrimento. É isso que ele está falando, que “ainda que o homem exterior se corrompa, o meu interior se renova…” Quanto mais se aproxima, mais o meu interior se fortalece! “Perto está a minha redenção, perto está o meu fim aqui e o começo da minha vida”. 

“Porque a nossa leve e momentânea tribulação…” (II Coríntios 4:17) ou seja, o que ele está querendo dizer para nós? Que o nosso tempo aqui na terra é apenas uma leve e momentânea tribulação, ninguém aqui teve ainda a tribulação que Jesus teve. A tribulação que você tem é leve!  e momentânea. Por que é que ela é momentânea?  Ela é passageira, ela não vai durar! Se Deus quiser, uma hora ela vai ter fim. A nossa tribulação é momentânea. Graças a Deus que há uma esperança, amém?

Versículo 18: “Não atentando nós” … Por que ela é momentânea? Porque a gente não olha, a gente não fica… a gente trabalha é para ajudar o outo, é para fazer isso, para fazer aquilo! É para cooperar com nossas casas, com nossas famílias, com os nossos filhos, é para deixar a nossa mulher arrumadinha para o outro, e com bastante dinheiro na conta. Nós não olhamos para essas coisas não! Para nós, agora, “tendo o que comer e vestir estejais contentes”. Para nós agora é chorar, quem estiver precisando de choro, avisa aí que a gente chora, e alegrar com os que estão casando, com quem quer casar!  Pode chamar que a gente alegra! “Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem”. As pessoas espirituais são assim, elas olham para o que não se vê, essas são as pessoas espirituais. Então deixa os carnais por enquanto. Aí, me falam, “mas é bom a gente experimentar, o que é que custa?” Então experimenta. Agora, a maior parte já era para estar grande, “quando éramos meninos, fazíamos as coisas de menino, quando a gente era criança, fazíamos coisas de criança”, agora nós já somos espirituais! Vamos deixar essas coisas para os meninos, deixa os meninos ainda!  Mas nós não somos mais crianças.

Jesus tinha 33 anos e já não era mais criança na fé. Logo Paulo deixou de ser criança, logo Pedro deixou de ser criança! Chega de ilusão, chega! Chega de ‘correr atrás do rabo’. “Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais”, ou seja, vai passar, “e as que se não veem são eternas.” Mas vocês concordam que a gente… Por exemplo, estão aqui os meninos, por mais que a gente exija a espiritualidade deles, a gente não pode! Não podemos dizer assim, “a igreja é totalmente carnal”, não! Precisa existir aqueles que vão dar uma equilibrada para que amanhã os meninos agradeçam o caminho que foi ensinado para eles.

Ainda em 2 Coríntios 4:7, “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós”. Se o seu tesouro não estiver em vasos de barro, está certo? O que significa isso: “ter o tesouro em vasos de barro, ou ter o tesouro que não é de barro?” Quando você lê, Paulo está dizendo o seguinte… é claro que quando Paulo disse, ele já tinha deixado de ser criança, ele já tinha entendido isso! Então ele escreve: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro.”  O Luiz vai explicar.

[Luiz] Deus escolheu um lugar para ele colocar o tesouro dele, um vaso, que é uma pessoa sem glória, uma pessoa fraca, frágil, do ponto de vista natural! Isso é um vaso de barro, que aos olhos do mundo, não tem valor.

Então quando Paulo começou, como que era o vaso dele?

[Luiz] Era um vaso de ouro! Um vaso honroso.

Um vaso cheio de força, usava suas forças, “deixa comigo, sou eu mesmo!” E etc.

A coisa foi acontecendo e ele foi chegando a um ponto que falou, quer saber de uma coisa?  Se o Senhor não tiver misericórdia de mim… miserável homem que eu sou! Na carta dele aos Romanos, é muito interessante, ele fala: “maldito homem que sou”. Ali o vaso já era de barro… como que você acha que o vaso do Gustavo está? Soberbo, de pescoço em pé, o vaso do Gustavo atualmente… mostra aí Gustavo, olha para você ver que vaso soberbo, bonito, forte. Agora, olha para o vaso da Dona Zefa, olha o estado que se encontra! Rsrs. O ideal é que a gente, quanto mais rápido possível, entendamos que para Deus fazer alguma coisa na nossa vida é bom que a gente vá baixando a bola, vá murchando, e entenda o seguinte, que “SÓ DEUS”.

“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro”. O tesouro, ele só aparece, a força dele só aparece no vaso de barro, enquanto… até mesmo a saúde nos ensoberbece, a inteligência nos ensoberbece, a beleza nos ensoberbece. Por que você vê as academias sempre lotadas, principalmente, hoje, de mulheres? Porque elas querem ficar soberbas, trabalhar as regiões mais afetadas pelo tempo (rsrs). O homem se ensoberbece por pouca coisa, pouca coisa! Então, quanto mais humildade, e pensar: “Olha, eu sei que de mim mesmo eu não posso fazer coisa alguma”. O próprio Jesus fez isso, amém?

            Deus falou conosco? Falou? Falou mesmo?! A verdade é que Deus nos quer, então ele está aqui abrindo os nossos olhos, falando conosco, querendo realmente nos ajudar, abrindo os nossos olhos para que, o mais rápido possível, você o adquira,  e diga, “Senhor, eu não sou digno que o Senhor entre na minha casa, mas se o Senhor tiver misericórdia, se o Senhor tiver paciência, se o Senhor, Deus, tiver muita misericórdia e achar por bem entrar na minha vida e ensinar o caminho que eu devo andar… Dirija os meus passos, ponha em mim o teu Espirito Santo! Não retire de mim a tua graça, Senhor, não retire de mim a tua GRAÇA!… Ponha luz nas minhas trevas. Renova, Senhor Deus, a minha fé, abra os meus olhos. Faze-me, Senhor, entender os teus mistérios. Os caminhos do Senhor são realmente muito altos, a sabedoria do Senhor é muito preciosa, mas quem sabe eu possa comer das migalhas que caem da tua mesa… Que eu possa, Senhor Deus, derramar as minhas lágrimas nos teus pés, porque, longe, muito longe de mim, o ser capaz de fazer o que o Senhor fez! O Senhor é o caminho, o Senhor é a verdade e o Senhor é a vida! Amem?!” Deus abençoe.

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