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8 – A PECADORA QUE UNGIU OS PÉS DE JESUS – Reuniões Digitadas Vol. VI – Reunião 03-02-2019 – domingo noite

Reunião 03-02-2019 – Domingo noite

8 – A PECADORA QUE UNGIU OS PÉS DE JESUS

Domingo à noite, 03 de Fevereiro de 2019

         Deus abençoe. Que a paz do Senhor seja com Todos. Amém. O que Deus tem falado conosco ultimamente? Estava até pensando aqui: será que tem alguma finalidade, alguma objetivo ser cristão? Tem alguma vantagem? Tem algum interesse? Vocês já notaram que não há muito interesse? Parece que a pessoa vem para a reunião com a cara ruim, quando entra aqui no salão, aí que fecha a cara mesmo. Fica alegrinha em outras coisa; aí fica feliz, contando caso… Mas aí quando entra aqui, fecha o semblante; parece que fica brava. Eu não vejo ninguém alegrinho, feliz. Parece que estão fazendo uma coisa forçada. Parece que vai tomar uma injeção. Qual é a finalidade? Qual é o nosso objetivo? O que nós ganhamos sendo cristãos? Será que a pessoa fecha a cara porque não está ganhando nada? Deve ser, não é? Não é, Celinho? Ou não? Pode ser que lá no interior estão dando gargalhadas, só no semblante que não.

Por quê? Porque nós vimos aqui meio que ‘na marra’, tem que estar chamando: “Ei, vamos embora! Está na hora!”. Não tem nenhum interesse de correr, chegar na frente, pegar o melhor lugar. Por quê? Olhem lá. O Sílvio vai chegando ali ‘devagarzinho’ (risos). Estou perguntando o por que disso. Às vezes fazemos tudo para não perder um serviço, para não perder um cliente, um expediente; porque o cliente é importante e se perder expediente, iremos levar uma chamada. Aí nós corremos, vamos à pé debaixo de chuva, pegamos ônibus. Aqui não. Não há esse interesse. Eu estou perguntando para vocês porque às vezes vocês até têm essa motivação e eu não estou sabendo. E por que será? Quem quer falar? O Gustavo faz um esforço danado, ajunta os companheiros e cria uma razão para ir lá longe… Será que tem um motivo para isso? Diz o Luís que é um ‘motivinho’ bem pequenininho. Amém?

E nós aqui… Amilce, será por quê? A Amilce disse que o pessoal não tem interesse porque eu sou enjoado demais (risos). Deve ser então. O Ericson quer falar. Só ele que fala.

Ericson: Ninguém fala, não é? Só eu mesmo… Não, mas é porque… Eu, por exemplo, não acho que é muito importante. Eu creio que nós não damos a devida importância, como qualquer outra coisa; como um emprego, uma namorada… como uma coisa que você tem que fazer. E achamos, também, que não faz muita diferença se vier ou não vier. Se eu não for, eu posso escutar depois, e fica por isso mesmo. Nós não sentimos essa necessidade, não temos esse desejo; não achamos que há importância… como muitas outras coisas. É o que eu acho.

         Amém. Outra pessoa. Cidinha, o que você acha?

Cidinha: Eu não sei o que dizer… Eu acho importante para mim. Mesmo quando eu não posso vir, sendo por uma razão ou outra, eu sinto muita falta. Mesmo que eu ouça pela internet, eu acho muito diferente. Não digo que eu dou o valor que deveria dar, acho que me falta muito, mas eu sei que preciso muito disso aqui. Preciso demais de Deus, da congregação, das reuniões. Eu reconheço que preciso demais… A minha casa precisa muito, e me falta valorizar como deveria; como uma riqueza, como um tesouro, como uma oportunidade única que Deus dá para cada um de nós. Eu estou esperando que Deus irá me ajudar a melhorar, a entender o tamanho dessa obra, dessa salvação, que até hoje não entendo com tanta clareza.

         Amém. Celinho, alguma observação?

Celinho: Irmão, eu concordo com todas as palavras que a Cidinha colocou aqui. É importante demais nós estarmos aqui, buscar o Reino de Deus. Eu acho que o que me falta, na verdade, é o Espírito Santo, porque eu vejo na vida dos apóstolos… Por exemplo, Pedro. Ele era uma pessoa antes e se tornou uma pessoa totalmente diferente depois que ele recebeu o Espírito Santo. Ele virou outra pessoa. Uma pessoa que antes duvidava… Eu imagino assim, que ele deixou a desejar antes. Ele traiu Jesus, negou Jesus, quis repreender Jesus quando ele não tinha competência para tal coisa… era medroso… Mas depois, quando ele recebeu o Espírito de Cristo, ele virou outra pessoa.

         O problema nosso então é esse?

Celinho: O meu é.

         Dos irmãos não? (risos)

Celinho: O deles eu não sei. (risos)

         Amém. A alegria do justo é fazer justiça, é fazer as coisas certas. Ele tem prazer em repartir, em sofrer a injustiça… É uma coisa diferente. Agora, quando você percebe o semblante caído, ou a pessoa responde que está doente, ou magoada, ou oprimida… Tudo bem, nesse caso, nós vamos orar com a pessoa… Mas nós não imaginamos que TODOS estejam doentes ou que todos estejam oprimidos. A verdade é que você não tem motivo para poder ficar feliz, porque o motivo da tristeza, normalmente, é porque você não está fazendo aquilo que gostaria, e isso causa tristeza, aborrecimento. Por exemplo: você tem a namorada e ela não está correspondendo. A pessoa fica muito triste. Outro exemplo: você está fazendo um negócio e o negócio não anda, não dá lucro. A pessoa fica nervosa, irada, chateada. Quando está tudo dando certo, aí faz reunião, compra até presente para repartir com a galera. Mas quando está sendo ameaçado por alguma coisa, o semblante cai.

         Então, o nosso semblante reflete o estado de espírito no qual você se encontra. Você pega o Eudázio, por exemplo, bota ele lá na beira do rio pescando… Ele e o Nunes, o Ericson está dizendo aqui… Pronto, pode esquecer, porque aquilo ali é a alegria, o prazer deles. Um brinca com um, outro brinca com o outro… Ali se a comida não chegar na hora nem importam, “Deus proverá!”… As coisas acontecem naturalmente. Nós teríamos que descobrir a verdadeira razão de estarmos aqui. Porque às vezes estamos aqui e nem sabemos o por que. “Eu vim porque a minha mulher veio e eu vim com ela”, ou então: “Eu vim porque se eu não vier, meu filho vai para a rua e eu não o quero na rua”.

         A verdadeira razão, talvez nós ainda não tenhamos descoberto. Eram dez leprosos, aí eles foram curados e foram embora (Lucas 17:12). O que eles queriam? A cura. Milhares de pessoas iam atrás de Jesus para serem curadas de suas enfermidades, libertas de espíritos, pessoas oprimidas… Procuravam Jesus, mas assim que resolviam o problema, iam embora. Não tinha mais motivo para ficar atrás dele.

         Já outros foram diferentes. Alguns foram procurar a Jesus, nem tanto pela cura, apenas para ouvi-lo, e se apaixonaram, e nunca mais largaram o homem. Então eu creio que nós estamos buscando a Deus. Quem sabe no nosso meio nós possamos, através das palavras… Um sinal mais evidente… Nós temos vários sinais, mas assim, que aconteceram na casa de fulano ou cicrano… Jesus tinha muitos sinais, mas no dia em que ele fez algo público já ficou diferente.

Então, eu não tiro a razão e nem cobro espiritualidade de ninguém assim. Não é pela força, não é obrigar você a ficar alegre. Isso não resolverá. Você ficará feliz à hora em que você entender. Quando você começar a gostar daquilo que faz, quando começar a ter prazer naquilo que você faz… Quando você começar a ver resultados.

Talvez através da palavra nós consigamos enxergar um pouco melhor. Vamos abrir as nossas bíblias em Lucas capítulo 7. Nesses dias nós estamos trabalhamos em cima do evangelho de Lucas. Meditando, pensando, analisando… Leia por favor. “36) E rogou-lhe um dos fariseus que…”. Só um minutinho. Eu peço a vocês que me ajudem. Eu estou aqui pelejando para poder… Deus falou: “Vá e abra os olhos… Ensina o caminho aos pecadores…”. É uma tarefa extremamente difícil, abrir os olhos de quem enxerga. Quando eu olho aqui, eu vejo o semblante de todo mundo e eu quero te ajudar. Eu quero que você pegue sua bíblia, acompanhe, se interesse pelo assunto que será ministrado.

Pode ler, Renata. “36) E rogou-lhe um dos fariseus que comesse  com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa. 37) E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com unguento. 38) E estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça, e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o unguento. 39) Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fosse profeta, bem saberia quem e qual é  a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora. 40) E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: dize-a, mestre. 41) Certo credor tinha dois devedores; um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro, cinquenta. 42) E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais? 43) E Simão, respondendo, disse: tenho para mim  que é aquele  a quem mais perdoou. E ele lhe disse: julgaste bem. 44) E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés, mas esta regou-me os pés com lágrimas e mos enxugou com os seus cabelos. 45) Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. 46) Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento. 47) Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado, pouco ama. 48) E disse-lhe a ela: os teus pecados são perdoados. 49) E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados? 50) E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.

Amém. O que vocês entenderam? Nada. Prestem atenção. Olhem como as coisas são estranhas. O fariseu convidou Jesus para ir à casa dele: “Ó, eu vou levar você para almoçar lá em casa!”. O fariseu fez isso porque ele gostava de Jesus? Porque ele amava Jesus? Não. Na verdade ele não fez isso por cortesia. O interessante é que ele chamou Jesus e chamou outros fariseus: “Ó, ele vai almoçar lá em casa hoje. Vamos dar uma apertada nele”. A intenção dos fariseus em levar Jesus para aquele almoço não era boa. Não era de quem queria se aproximar dele, mas sim de quem queria questionar… Eles eram pessoas que tinham dúvidas. A pessoa que crê não tem dúvidas… Às vezes nós ficamos questionando as coisas, com dúvidas, fazendo perguntas indiscretas a Deus e nunca fazemos o que temos de fazer… Então uma mulher… Lá no versículo 39: “Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fosse profeta”…  O fariseu certamente pensou: “Eu acho que esse caboclo não é profeta coisa nenhuma, porque se fosse profeta ele saberia que essa mulher não é boa coisa”. Aí outros fariseus, no versículo 48: “E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?”. Ou seja: “Uai, perdoando pecados? Que ‘negócio’ é esse?! O cara disse que perdoa pecados!”.

Então, aquele povo estava ali porque gostava de Jesus? Eles amavam a Jesus? Queriam entender Deus? Não. E uma mulher, que não tinha nada a ver com isso… Naquele tempo, quando diziam ‘uma pecadora’… Os escribas e fariseus conheciam a lei, eles eram letrados, estudiosos do assunto. Então perdoar pecados… Para eles quem perdoava pecados era só Deus. Jesus comendo com os pecadores os deixava confusos…

A mulher não sabia nada da lei. Ela não era uma ‘farisoca’. Ela era o que? Apenas uma mulher pecadora. Certamente levava uma vida irregular, e por causa da vida que ela levava, com certeza ela sofria. Ela  não levava aquela vida porque ela queria. Ela levava aquela vida contrariada, ela não queria… Então ela sabendo que Jesus estaria na casa do fariseu, ela deve ter pensado: “Essa é uma oportunidade para eu chegar até ele [Jesus]”. Aí ela já se preparou. “Conversar com ele eu não vou, não tenho conhecimento nenhum da lei. O que eu posso fazer para me aproximar desse senhor? Quero muito me aproximar dele”. Aí ela pegou um vaso de perfume, e chegou lá de maneira não acintosa; ela não chegou por cima. Ela não chegou falando que ela tinha fé, que ela tinha alegria, mas o procedimento dela deixou clara a sua satisfação de estar ali. Mesmo que ela estivesse chorando. O choro dela já falava tudo. Ela estava ali demonstrando o quanto ela estava feliz, o quanto estava satisfeita de estar ali. Ela não chegou justificando, ela chegou se humilhando. E Jesus estava percebendo. E ela lavando os pés de Jesus com o alabastro e enxugando com o cabelo, beijava os pés dele. Quisera eu ter essa oportunidade. Jesus estava percebendo a atitude daquela mulher. E o idiota do fariseu disse: “Se ele fosse profeta, ele saberia que aquela mulher… Porque o profeta sabe…”. Como se a pecadora não tivesse o direito de fazer aquilo! De estar aos pés dele.

Jesus leu a mente do fariseu e disse: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: dize-a, mestre. 41) Certo credor tinha dois devedores; um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro, cinquenta. 42) E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais? 43) E Simão, respondendo, disse: tenho para mim…”. É engraçado que o fariseu geralmente quer responder tudo, não é? O entendido. Quer responder tudo. Os escribas e fariseus não perdiam a oportunidade de responder nada; como se eles soubessem de alguma coisa.   “tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: julgaste bem”. Respondeu certo. Muitas vezes nós respondemos certo. Mas ele deixou bem claro, um devia 50 e o outro 500. Até o João Victor responderia certo.

Agora observem esse detalhe: Jesus entrou na casa “Entrei em tua casa e você não me deu um copo d’água para beber. Você não me ofereceu água para lavar os pés”. Naquele tempo, eles andavam de sandália à pés e, normalmente, quando chegavam em uma casa, a primeira coisa que era oferecida era água morna para lavar os pés; era questão até de educação. As distâncias eram grandes, o calor era escaldante… Será que Jesus não vê aquilo que nós deixamos de fazer? “E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés, mas esta regou-me os pés com lágrimas e mos enxugou com os seus cabelos”. “Entrei na tua casa e não me deste um beijo”. Eles eram recebidos, eles cumprimentavam com beijo; beijavam a face… Jesus entrou e os fariseus estavam tão interessados em… Que não se lembraram de serem corteses… “Esta não beijou meu rosto, beijou meus pés. Não tem cessado de me beijar os pés”. Por que o fariseu não fez nada? Porque ele não se considerava devedor de nada. E por que a mulher fez muito? Porque ela se achava devedora. Mas você pode ter certeza de que quem Jesus amou naquele momento foi aquela mulher. “Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados”. Realmente ela tinha muitos pecados.

Mas aquele a quem pouco é perdoado não tem motivo para amar, não tem motivos para querer bem. Aquela mulher tinha motivos para agradar Jesus. Talvez eu não tenha tanto… Então, nós não podemos ter dúvidas de que o que realmente nos falta é amor. Amém? Jesus deixou claro nas escrituras que é necessário amar a Deus. É necessário. Quem não ama a Deus, nunca irá entender Deus. Aí, nós observamos uma coisa: as mulheres daqueles dias eram muito exigidas, crucificadas, perseguidas. Tanto é que a lei mandava apedrejar uma mulher que fosse pega em adultério. Era muito difícil o comportamento exigido… Para ela viver normal… Então, por que muitas mulheres acompanhavam Jesus? Por que a maioria das pessoas que seguiam Jesus eram mulheres? Porque quem entendeu as mulheres e realmente amou as mulheres foi Jesus. Enquanto os homens queriam explicação, as mulheres ficavam gratas a ele. As mulheres ficavam apaixonadas pela maneira que ele tratava as pessoas, inclusive as mulheres. E os fariseus ficavam sem entender o por que dele dar tanta atenção para as mulheres. Mas por quê?  Quem precisava mais de Deus naqueles dias? As mulheres. No capítulo 8: “1) E aconteceu, depois disso, que andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus; e os doze iam com ele”. Os discípulos iam com ele só olhando, só aprendendo. “2) E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada de Madalena, da qual saíram sete demônios; 3) Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam…”. Tem outro lugar que diz “muitas mulheres”. Aí, Jesus foi sepultado e quem foi lá no túmulo? Madalena. Porque ela amava… Aquelas pessoas que precisavam de Deus…

Então, não tenham dúvida de uma coisa: A OBRA DE DEUS NÃO PODE SER REALIZADA SE A PESSOA NÃO TIVER AMOR; SE NÃO TIVER PRAZER, SE NÃO SENTIR A PRESENÇA DE DEUS… Eu vejo o quanto Jesus deixou clara essa questão. Ele fala lá em João: “Quem não me ama… não tem jeito”. Então, irmãos, não é outra coisa senão … “O amor de muitos de esfriaria” (Mateus 24:12). Os últimos seriam dias difíceis…

É muito difícil um pai, hoje, fazer que o filho ame a Deus. São tantas barreiras, tantas oposições… É difícil para os pais, e imaginem então para os filhos. Como que os filhos amarão a Deus se os pais têm tanta dificuldade?

Aqui nós somos discípulos, somos servos de Deus. Estamos aqui para ministrar o Espírito, não a letra, cobrar alegria da letra… Eu preciso sentir prazer nas coisas de Deus de outra forma. Isso normalmente, como o Celinho disse, a questão do espírito… Porque o Espírito Santo… Quando Deus faz por nós alguma coisa, nós temos a esperança de que a partir dali a pessoa vá amar a Deus mais que o normal. Por exemplo, eu oro com a Suzane e Deus dá uma palavra e vemos que ele estendeu a mão… A esperança que o pai tem é que os filhos,  os netos, vão amar a Deus pelo que Deus fez por eles.

Então você vai fazer pelo Filipinho ali, pelo Chequinho, e vai se empenhar de tal forma que eles entendam que Deus fez, que Deus falou com eles. E através daquela aproximação de Deus, nós esperamos que os filhos irão amar a Deus. Porque não tem outro caminho, gente.

Outro detalhe: EU TENHO CERTEZA DE QUE DEUS FICA OBSERVANDO TUDO. Deus observa todos os meus atos, o meu procedimento, quando eu deixo de fazer uma coisa por causa dele ou quando eu faço alguma coisa por causa dele. Prestem atenção nessas palavras que acabei de falar. Ele honra, ele não perde um detalhe da sua vida. Quando a mulher chegou, ele já estava sabendo de tudo, até que o fariseu iria se posicionar daquele jeito, e ele falou para o fariseu: “está vendo a diferença do seu comportamento com o comportamento dela? Qual dos dois me ama realmente? Você está aqui querendo me pressionar, mas ela não”. E foram muitas mulheres que aproveitaram aquela brecha… Porque pensem no sofrimento que era a vida das mulheres naquele tempo. E ali abriu-se uma oportunidade enorme para que as mulheres pudessem procurar a Jesus. E através dessas mulheres Jesus pôde fazer muitas coisas. Mulheres piedosas. Elas arrastaram o evangelho durante muito tempo junto com os apóstolos.

Quando eu perguntei a você [no início], você entendeu superficialmente, não é? Mas você concorda que dá para ampliar bastante o quadro? As mulheres foram até onde elas puderam ir. E elas, mesmo depois de Jesus ter morrido, elas continuaram tendo visitas. Quantas delas foram visitadas por Jesus após a ressurreição. Então, não tem nada melhor. Você quer ver realmente a sua vida com Deus se transformar? Ame a Deus. Você verá que a ‘coisa’ muda.

Deus falou conosco? Pronto. Considerações. Leve o microfone para o Esdras.

ESDRAS: Eu sou turista… Estou voltando agora, mas obrigado pela oportunidade. Bom, a pergunta do senhor foi muito persuasiva, difícil de responder. Porque eu estava pensando assim: como que nós no mundo vamos a um jogo de futebol e vibramos, gritamos… carnaval, desfiles, boates… e ao virmos a igreja ficamos tristes? Eu estava me perguntando isso. Então assim, o senhor entrou com essa mulher aí e mexeu comigo, porque o fariseu é isso, é religiosidade, é hipocrisia. Nós somos… Vou falar eu. Eu sou crente de palavra, mas não sou de ação. A pecadora sabia do problema dela e se jogou nos pés do Senhor. Aí o perfume, ela jogou ali. Porque, como o senhor falou, os pés cansados, a pessoa está ali com o pé rachado, aí a mulher passa aquele bálsamo, não tem alívio maior. E Jesus sentiu aquilo. Então acho que é isso que precisamos fazer. Largar de ser hipócrita, fariseu, e se jogar nos pés do Senhor, porque é isso que ele quer. E ele vai nos acolher e perdoar nossos pecados.

         Amém. Então vamos fazer isso. Vamos repartir… No começo da reunião eu me lembrava de um versículo: “De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro…” (Mateus 16:26), ter tanta alegria nas coisas que ele faz no mundo e depois perder a vida eterna… Então vamos realmente investir com alegria, com amor, naquilo que é vida. Na música que cantávamos, nós vamos atrás do espírito “meu maior desejo é ser livre em Cristo, nada vai me escravizar”… Então, nós estamos cantando com alegria… Agora, é buscar essa liberdade. Ser livre… Sabem por que nós não podemos fazer as coisas para ele? Porque estamos presos, escravos. Eu preciso ir atrás dessa liberdade, porque eu só posso fazer as coisas sendo livre, e Jesus nos libertou para que nós pudéssemos ser livres, que nada venha nos escravizar, nos fazer sofrer… O que fazia aquela mulher sofrer acabou ali, os demônios, os espíritos malignos foram embora. Dali para frente ela era uma mulher livre, feliz, satisfeita, liberta, não tinha medo de mais nada. Eu imagino quantos cafés, quantas coisas boas ela não fez para Jesus.

ORAÇÃO:

         Amém, Jesus. Pai nosso que está nos céus, que a palavra do Senhor esteja se cumprindo em nossas vidas. Que ao invés de espírito angustiado, tenhamos vestes de louvor. Ao invés de tristeza, realmente termos prazer em fazer as coisas de Deus. E tudo na nossa vida irá concorrer para o bem, para que a nossa vida agrade a Deus. Essa é a vontade de Deus. Não é tirar de nós o direito de viver, é nos livrar do mal. Livra-nos, Senhor, de todos os males. João 17, onde ele fala “não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal”.

Que a nossa vida seja agradável a Deus. Amém, Jesus. Louvado seja todo aquele que te ama, que faz para te agradar. Qualquer que seja a ação, o ato, se foi feito para agradar a Deus… Um copo d’água que for dado a alguém, um pão; alegra a Deus. Um abraço, uma visita.

 Muito mais Deus se alegrou com a sua igreja, com o seu povo de ver a bondade, a misericórdia. Amém, Jesus. E tentar de alguma forma imitá-lo, copiar aquilo que ele fez. Ensina, Senhor, o caminho que temos que andar. Amém.

LOUVOR:

         Toda vez que eu me sinto só, eu olho para ti e vejo aquela cruz…

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